taxonID	type	description	language	source
E23FAA2BFFE4B67BFC8DFC9C3FE35EF9.taxon	description	Ervas ou subarbustos perenes, 0,15 - 2 m alt. Caule cilíndrico ou achatado, ereto, simples ou ramificado, estriado, com pilosidade serícea, tomentosa, vilosa ou velutina de coloração grísea. Folha alterna, séssil, membranácea ou subcoriácea, progressivamente menor em direção à parte superior do caule, linear, linear-lanceolada, lanceolada, oblanceolada, estreitamente elíptica, elíptica ou ovada, discolor, ápice agudo ou mucronado, margem inteira ou esparsamente aculeada, plana a fortemente revoluta, base atenuada, cuneada, obtusa ou subcordada, face abaxial clara, esparso a denso serícea, tomentosa, vilosa ou velutína, grisea ou alba, face adaxial escura, glabrescente a denso serícea ou velutina, grísea, camptódroma ou hifódroma. Capitulescência monocasial, axilar e terminal, laxa ou congesta, ou em capítulos isolados; brácteas foliáceas lineares, linear-lanceoladas, lanceoladas, estreitamente elípticas ou elípticas, uma em cada nó do monocásio. Capítulos curto a longamente pedunculados; pedúnculo ereto-patente, moderado a denso seríceo, tomentoso ou velutíno, griseo ou albo; invólucro campanulado; brácteas involucrais 40 - 500, em 4 - 9 - séries, esquarrosas, subuladas, linear-lanceoladas, lanceoladas ou ovadas, sendo as externas progressivamente menores, escabras, ápice acuminado a longamente acuminado, vináceo a levemente vináceo ou marrom claro, margem laciniada, base verde-clara ou amarelo-esverdeada pálida, dorsalmente glabrescente ou griseo-seríceo. Flores 10 - 213 por capítulo, monóclinas; corola tubulosa, actinomorfa, lavanda, 5 - lobada, lacínios lineares, ápice glanduloso, esparsamente setoso; anteras calcaradas, ápice obtuso, não glanduloso; estilete com ápice bífido, ramos pilosos; estilopódio cilíndrico pobremente diferenciado. Cipsela fusiforme, 5 - costada, costelas ocultas pela densa pilosidade serícea, alaranjado-estramínea; carpopódio simétrico, anelar. Papus bisseriado, persistente, série externa, paleácea, laciniada, alaranjado-estramínea, série interna, cerdosa, barbelada, alaranjado-estramínea.	fr	Lorencini, Tiago Silva, Okano, Rita Maria de Carvalho, Gonçalves, Ana Paula Santos, Nakajima, Jimi Naoki (2017): Estudos taxonômicos do gênero Echinocoryne H. Rob. (Asteraceae, Vernonieae) no Brasil. Iheringia, Série Botânica 72 (1): 16-32, DOI: 10.21826/2446-8231201772103, URL: http://dx.doi.org/10.21826/2446-8231201772103
E23FAA2BFFE4B67BFC8DFC9C3FE35EF9.taxon	distribution	Distribuição geográfica: Echinocoryne é um gênero endêmico do Brasil, constituído por seis espécies restritas ao domínio do Cerrado nas regiões Norte (Tocantins), Nordeste (Maranhão e Bahia), Centro-Oeste (Goiás e Distrito Federal) e Sudeste (Minas Gerais e São Paulo) (Rivera 2006, Soares & Dematteis 2012).	fr	Lorencini, Tiago Silva, Okano, Rita Maria de Carvalho, Gonçalves, Ana Paula Santos, Nakajima, Jimi Naoki (2017): Estudos taxonômicos do gênero Echinocoryne H. Rob. (Asteraceae, Vernonieae) no Brasil. Iheringia, Série Botânica 72 (1): 16-32, DOI: 10.21826/2446-8231201772103, URL: http://dx.doi.org/10.21826/2446-8231201772103
E23FAA2BFFE4B67BFC8DFC9C3FE35EF9.taxon	discussion	Comentários: após análise de 430 exemplares de todas as espécies do gênero Echinocoryne, constatou-se uma grande variação quanto ao tipo de indumento das estruturas vegetativas e não apenas o tipo seríceo como mencionado por Robinson (1987). Vale salientar que o número de capítulos por indivíduo é muito variável, de 1 a 315. Em relação ao número de brácteas involucrais, bem como, o número de séries em que as mesmas estão dispostas, foram observadas de 40 a 500 brácteas, dispostas em 4 a 9 séries. Robinson (1987) observou uma variação de 110 a 500 brácteas involucrais em 6 a 9 séries. Embora os valores inferiores sejam discrepantes, observa-se certa coerência destes valores. O número de flores por capítulo variou de 10 a 213, muito superior ao relatado por Robinson (1987), de 15 a 60 flores, evidenciando a grande plasticidade deste caráter em todo o gênero, e a inconsistência do mesmo para a delimitação das espécies de Echinocoryne.	fr	Lorencini, Tiago Silva, Okano, Rita Maria de Carvalho, Gonçalves, Ana Paula Santos, Nakajima, Jimi Naoki (2017): Estudos taxonômicos do gênero Echinocoryne H. Rob. (Asteraceae, Vernonieae) no Brasil. Iheringia, Série Botânica 72 (1): 16-32, DOI: 10.21826/2446-8231201772103, URL: http://dx.doi.org/10.21826/2446-8231201772103
E23FAA2BFFE7B67DFF4AFA8F39805F6F.taxon	description	(Figs. 1 A-K) Subarbusto 0,4 - 2 m alt. Caule cilíndrico, simples ou ramificado, seríceo. Folha subcoriácea, lanceolada, 18 - 74 x 2,8 - 15 mm, ápice agudo, margem inteira, moderadamente revoluta, base cuneada, face abaxial alba, densamente serícea, face adaxial verde escura, moderadamente griseo-serícea, camptódroma. Capitulescência laxa, ou capítulos isolados; brácteas foliáceas lanceoladas ou estreitamente elípticas, 4,9 - 17,5 x 0,6 - 4,6 mm. Capítulos 1 - 9, 13 - 23 x 14 - 25 mm; pedúnculo 6,5 - 80 mm compr., albo, densamente seríceo; invólucro com 200 - 500 brácteas involucrais, em 7 - 9 - séries, internas linear-lanceoladas, 10 - 11 x 1,5 mm, externas lanceoladas, 2 - 3,5 x 0,5 - 0,9 mm, ápice acuminado, vináceo, margem laciniada, base verde clara, dorsalmente albo-serícea. Flores 50 - 93 por capítulo; corola 9,5 - 11 mm compr., lacínios 2,5 - 4 mm compr.; anteras 2,5 - 3,5 mm compr.; ramos do estilete 1 - 1,5 mm compr. Cipsela 0,6 - 1,8 mm compr., densamente serícea. Papus com série externa 1,2 - 2 mm compr., série interna 6,5 - 7 mm compr.	fr	Lorencini, Tiago Silva, Okano, Rita Maria de Carvalho, Gonçalves, Ana Paula Santos, Nakajima, Jimi Naoki (2017): Estudos taxonômicos do gênero Echinocoryne H. Rob. (Asteraceae, Vernonieae) no Brasil. Iheringia, Série Botânica 72 (1): 16-32, DOI: 10.21826/2446-8231201772103, URL: http://dx.doi.org/10.21826/2446-8231201772103
E23FAA2BFFE7B67DFF4AFA8F39805F6F.taxon	distribution	Distribuição geográfica: exclusiva da região da Chapada dos Veadeiros, Goiás (Rivera 2006, Soares & Dematteis 2012). E. echinocephala ocorre no domínio do Cerrado, nas seguintes fitofisionomias: campo rupestre, campo sujo e cerrado stricto sensu. Coletada com flores e frutos entre fevereiro a julho.	fr	Lorencini, Tiago Silva, Okano, Rita Maria de Carvalho, Gonçalves, Ana Paula Santos, Nakajima, Jimi Naoki (2017): Estudos taxonômicos do gênero Echinocoryne H. Rob. (Asteraceae, Vernonieae) no Brasil. Iheringia, Série Botânica 72 (1): 16-32, DOI: 10.21826/2446-8231201772103, URL: http://dx.doi.org/10.21826/2446-8231201772103
E23FAA2BFFE7B67DFF4AFA8F39805F6F.taxon	discussion	Comentários: Echinocoryne echinocephala é a espécie que apresenta o menor número de capítulos, de 1 a 9 por planta e um dos maiores em número de flores por capítulo (50 a 93). Além disso, apresenta os maiores números de brácteas involucrais (200 a 500) e de séries das mesmas (7 a 9). Vale salientar que o número de flores por capítulo observado neste estudo foi significativamente ampliado (93), quando comparado com o mencionado (50) por Robinson (1980). Outra característica marcante desta espécie que a distingue dos demais táxons deste gênero são as folhas com a face abaxial alba, uma vez que as demais possuem faces abaxiais griseas.	fr	Lorencini, Tiago Silva, Okano, Rita Maria de Carvalho, Gonçalves, Ana Paula Santos, Nakajima, Jimi Naoki (2017): Estudos taxonômicos do gênero Echinocoryne H. Rob. (Asteraceae, Vernonieae) no Brasil. Iheringia, Série Botânica 72 (1): 16-32, DOI: 10.21826/2446-8231201772103, URL: http://dx.doi.org/10.21826/2446-8231201772103
E23FAA2BFFE7B67DFF4AFA8F39805F6F.taxon	materials_examined	Material examinado: BRASIL, GOIÁS, ca. 27 Km de Alto Paraíso de Goiás, V- 2002, Uliana, V. L. C. R. et al. 652 (ESA); Chapada dos Veadeiros, 09 - VI- 1972, Rizzo 8127 (RB); ca. 25 km Norte de Alto Paraíso de Goiás, 22 - III- 1971, Irwin, H. S. et al. s / no (RB- 162962); Rod. GO- 327, 5 - 10 Km de Alto Paraíso de Goiás, Chapada dos Veadeiros, 12 - II- 1990, Hatschbach, G. et al. 53878 (MBM); Alto Paraíso de Goiás; 20 km Norte de Alto do Paraíso, 19 - III- 1971, Irwin, H. S.; Harley, R. M. & Smith, G. L., 32220 (holótipo UB; isótipo NY); Niquelândia, Companhia de Níquel Tocantins, morro na entrada para Macêdo Velho, 16 - IV- 1996, Mendonça, R. C. et al. 2306 (RB); Teresina de Goiás, 25 Km de Alto Paraíso de Goiás, 24 - V- 1994, Munhoz, C.; Walter, B. & Silva, M. A. 158 (UB).	fr	Lorencini, Tiago Silva, Okano, Rita Maria de Carvalho, Gonçalves, Ana Paula Santos, Nakajima, Jimi Naoki (2017): Estudos taxonômicos do gênero Echinocoryne H. Rob. (Asteraceae, Vernonieae) no Brasil. Iheringia, Série Botânica 72 (1): 16-32, DOI: 10.21826/2446-8231201772103, URL: http://dx.doi.org/10.21826/2446-8231201772103
E23FAA2BFFE1B67EFF4AFCE639345BD9.taxon	description	(Figs. 2 A-K) Subarbusto 0,2 - 2 m alt. Caule cilíndrico, simples ou ramificado, griseo-seríceo ou viloso. Folha subcoriácea, linear-lanceolada ou lanceolada, 14 - 81 x 2 - 26 mm, ápice agudo, margem inteira ou esparsamente aculeada, moderadamente revoluta, base cuneada, face abaxial grisea, esparso ou densamente serícea ou vilosa, face adaxial verde escura, glabrescente ou moderadamente griseo-serícea, camptódroma. Capitulescência laxa; brácteas foliáceas lanceoladas ou elípticas, 2 - 36 x 1 - 6,4 mm. Capítulos 3 - 232, 6,5 - 15,5 x 8 - 20 mm; pedúnculo 1 - 50 mm compr., griseo, densamente seríceo ou tomentoso; invólucro com 40 - 180 brácteas involucrais, em 4 - 6 - séries, internas linear-lanceoladas ou lanceoladas, 5 - 12 x 0,5 - 1,5 mm, externas linear-lanceoladas ou lanceoladas, 1,5 - 3 x 0,2 - 0,5 mm, ápice acuminado, vináceo, margem laciniada, base verde clara, dorsalmente glabrescente ou griseo-serícea. Flores 12 - 63 por capítulo; corola 4 - 10 mm compr., lacínios 1,5 - 2,5 mm compr.; anteras 2 - 3 mm compr.; ramos do estilete 1 - 1,5 mm compr. Cipsela 1 - 1,5 mm compr., densamente serícea. Papus com série externa 0,7 - 1,5 mm compr., série interna 4 - 8 mm compr.	fr	Lorencini, Tiago Silva, Okano, Rita Maria de Carvalho, Gonçalves, Ana Paula Santos, Nakajima, Jimi Naoki (2017): Estudos taxonômicos do gênero Echinocoryne H. Rob. (Asteraceae, Vernonieae) no Brasil. Iheringia, Série Botânica 72 (1): 16-32, DOI: 10.21826/2446-8231201772103, URL: http://dx.doi.org/10.21826/2446-8231201772103
E23FAA2BFFE1B67EFF4AFCE639345BD9.taxon	distribution	Distribuição geográfica: dentre as espécies de Echinocoryne, E. holosericea é uma das mais amplamente distribuídas, ocorrendo nos estados da Bahia, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, São Paulo além do Distrito Federal (Rivera 2006), ocorrendo no domínio do Cerrado, nas seguintes fitofisionomias: campo limpo, campo rupestre, campo sujo, carrasco, cerradão, cerrado stricto sensu e floresta de galeria. Coletada com flores e frutos entre fevereiro a novembro.	fr	Lorencini, Tiago Silva, Okano, Rita Maria de Carvalho, Gonçalves, Ana Paula Santos, Nakajima, Jimi Naoki (2017): Estudos taxonômicos do gênero Echinocoryne H. Rob. (Asteraceae, Vernonieae) no Brasil. Iheringia, Série Botânica 72 (1): 16-32, DOI: 10.21826/2446-8231201772103, URL: http://dx.doi.org/10.21826/2446-8231201772103
E23FAA2BFFE1B67EFF4AFCE639345BD9.taxon	discussion	Comentários: Echinocoryne holosericea é constantemente confundida com E. schwenkiifolia (Mart. ex DC.) H. Rob. e E. pungens (Gardner) H. Rob., devido a semelhança do hábito, da capitulescência laxa, do tamanho e coloração dos capítulos. Entretanto, difere-se da primeira, pelas folhas linear-lanceoladas ou lanceoladas, seríceas ou vilosas, enquanto E. schwenkiifolia possui folhas ovadas ou oblanceoladas, velutinas ou tomentosas; e da segunda, pelas folhas linear-lanceoladas ou lanceoladas com venação camptódroma, enquanto E. pungens possui folhas lineares com venação hifódroma. É interessante ressaltar que o número de flores por capítulo observado por De Candolle (1836) e Baker (1873) é semelhante, variando de 25 a 35, já para Robinson (1987), este número variou de 30 a 60 flores. Neste estudo, foram observadas de 12 a 63 flores por capítulo.	fr	Lorencini, Tiago Silva, Okano, Rita Maria de Carvalho, Gonçalves, Ana Paula Santos, Nakajima, Jimi Naoki (2017): Estudos taxonômicos do gênero Echinocoryne H. Rob. (Asteraceae, Vernonieae) no Brasil. Iheringia, Série Botânica 72 (1): 16-32, DOI: 10.21826/2446-8231201772103, URL: http://dx.doi.org/10.21826/2446-8231201772103
E23FAA2BFFE1B67EFF4AFCE639345BD9.taxon	materials_examined	Material examinado: BRASIL, BAHIA, ca. 5 km Sul do Rio Roda Velha, 15 - IV- 1966, Irwin, H. S. et al. s / no (UB- 39995); estrada Ituaçu / Barra da Estiva, à 8,0 Km de Barra de Estiva, Morro do Ouro, 19 - VII- 1981, Giulietti, A. M. et al. s / no (SPF- 18203, VIC- 38063); Abaíra, ca. 9 km norte de Catolés, 10 - VII- 1995, Queiroz, L. P. de et al. 4359 (UB, RB); caminho Boa Vista / Bicota, 23 - VII- 1994, Ganev, W. 3346 (HUEFS); caminho Capão de Levi-Guarda, próximo à Serrinha, 06 - VI- 1992, Ganev, W. 428 (HUEFS); Barra da Estiva, Morro da Antena, 16 - VII- 2001, Souza, V. C. et al. 26105 (ESA); Souza, V. C. et al. 26121 (ESA); Lençóis, BR 242, 4 Km do entroncamento a Lençóis, 22 - VIII- 1996, Harley, R. M. & Maycoorm, M. A. 3760 (HUEFS); Harley, R. M. & Maycoorm, M. A. s / no (MBM- 272676); Mucugê, estrada Mucugê / Guiné, à 28 Km de Mucugê, 07 - IX- 1981, Furlan, A. et al. s / no (SPF- 18852, VIC- 38064); fazenda Paraguaçu, 10 - VIII- 2004, Oliveira, E. C. 70 (HUEFS); Palmeiras, Vale do Cercado, 10 - IX- 2006, Carvalho, P. D. & Conceição, A. A. 337 (HUEFS); Piatã, estrada Piatã / Imbuia, 11 - XI- 1996, Hind, D. J. N. & Bautista, H. P. 4196 (HUEFS); Rio de Contas, Arapiranga, Encosta da serra, 18 - VI- 2000, Harley, R. M. & Giulietti, A. M. 53994 (HUEFS); caminho Funil do Porco-Gordo, 14 - VII- 1993, Ganev, W. 1849 (HUEFS); Rio do Pires, Beira do Riacho da Forquilha, 24 - VII- 1993, Ganev, W. 1942 (HUEFS); Érico Cardoso, Tamanduá, estrada Morro do Fogo / Veredas, 04 - VII- 2001, Bautista, H. P. et al. 3280 (HUEFS); DISTRITO FEDERAL, Águas Emendadas, 21 - XI- 1971, Ferreira, M. B. 1279 (HEPH); Ferreira, M. B. 1216 (HEPH); Barragem do Paranoá, 27 - VI- 1984, Buzzi, M. 03 (UB); Campus Universitário, Colina, 03 - V- 1965, Sucre, D. 499 (UB); IBRA, 40 km de Brasília, 16 - V- 1970, Ferreira, M. B. 196 (UB); Lado norte do vale de Ribeirão Bananal, 18 - V- 1980, Kirkbride, J. H. 3187 (UB); Lago Sul, 10 - V- 2011, Vidal, J. R. B. et al. 30 (HEPH); 25 - VI- 2011, Vidal, J. R. B. 72 (HEPH); 03 - 07 - 2008, Amaral, A. G. et al. 2070 (HEPH); Amaral, A. G. et al. 2064 (HEPH); Amaral, A. G. et al. 2056 (HEPH); Amaral, A. G. et al. 2063 (HEPH); 17 - VI- 2010, Paiva, V. F. et al. 728 (HEPH, RB); 17 - V- 2010, Paiva, V. F. 682 (HEPH); Mumunhas, VI- 1985, Pena, E. C. de s / no (UB- 384 - 43 - 96); VI- 1985, Coutinho, A. R. s / no (UB- 385 - 43 - 56); Paranoá, margem da estrada em encosta rochosa, 20 - IX- 1965, Irwin, H. S. et al. 8487 (SP, RB); Parque Recreativo do Gama, 07 - IV- 2000, Proença, C. et al. 2166 (UB); Sobradinho, APA do rio S. Bartolomeu, Chácara Angaturama, 25 - V- 2008, Correia, C. A. S. 241 (UB); Correia, C. A. S. 242 (UB); 17 - VI- 1965, Sucre, D. & Heringer, E. P. 550 (UB); Reserva da Ecopousada Terraviva, 15 - VI- 2008, Proença, C. et al. 3530 (UB); Reserva Ecológica do Gama, 14 - XI- 1999, Feretti, F. et al. 45 (UB); Rodovia Brasília / Anápolis, saída de Brasília, V- 1968, Lima, N. & Heringer, E. P. 249 (UB); Tororó, 20 km de Distrito Federal, 25 - VI- 1985, Pires, J. F. s / no (UB); Brasília, 03 - II- 2010, Hattori, E. K. O. et al. 1185 (BHCB); 26 - V- 1965, Heringer, E. P. 10454 (UB, RB); área do Jardim Botânico, 30 - V- 1990, Azevedo, M. L. M. & Oliveira, F. C. A. 552 (RB); ARIE do Capetinga, lado esquerdo da estrada de ferro Centro oeste, próximo ao Catetinho, 08 - VI- 1988, Silva, M. A. da 703 (SP); ARIE do Cerradão, 29 - VII- 2008, Silva, J. S. & Alves, M. M. 534 (UB); Silva, J. S. & Alves, M. M. 548 (UB); bacia do Rio São Bartolomeu, 02 - VI- 1982, Heringer, E. P. 7005 (RB); ca. 15 km ao SE do centro de Brasília, Moreira, C. 02 (UB); campus da Universidade de Brasília, 09 - V- 1967, Barroso, G. M. s / no (UB- 32828); chapada da Contagem, Clube do Empresário, 29 - IV- 1997, Calago, K. 44 (UB, RB); Calago, K. s / no (HEPH- 16231 - 1); est. Ecol. do Jardim Botânico de Brasília, 01 - VII- 1998, Regis, T. 13 (HEPH); 01 - VI- 2004, Azevedo, I. N. C. de et al. 104 (HEPH); 19 - VI- 2000, Paiva, V. F. et al. 50 (HEPH); fazenda Água Limpa, 04 - III- 1980, Cesar, H. L. 339 (UB); 05 - VI- 2007, Carvalho, P. S. & Correia, C. A. S. 277 (UB); fazenda Sucupira, Riacho Fundo I, 05 - VII- 2003, Munhoz, C. et al. 2762 (UB); experimental UnB, 06 - VI- 2007, Lourenço, L. R. et al. 12 (UB); 19 - VIII- 2003, Munhoz, C. et al. 2791 (UB); Pereira, F. F. O. et al. 301 (UB); Instituto Nacional de Meteorologia, 06 - II- 2008, Passos, F. B. 209 (UB); Jardim Botânico de Brasília, 2003, Rodrigues-daSilva, R. 804 (HEPH); 26 - V- 1998, Oliveira, R. C. & Motta, C. S. 1119 (HEPH); 31 - V- 1995, Boaventura, M. 155 (HEPH); 07 - VII- 2000, Nobrega, M. G. et al. 1119 (HEPH); 08 - VI- 1987, Equipe do JBB 958 (HEPH); 08 - VII- 1985, Equipe do JBB 496 (HEPH); 15 - VIII- 2000, Nobrega, M. G. & Jesus, F. P. R. de et al. 1267 (HEPH); lago do Paranoá, 11 - IV- 1968, Philcox, D. & Onishi, E. 4780 (UB); mata do Country Club, 08 - VII- 1965, Sucre, D. 668 A (RB); 24 - VII- 1965, Sucre, D. 668 B (RB); Núcleo Rural Lago Oeste, 26 - V- 2007, Lindoso, D. P. et al. 07 (UB); Parque das Sucupiras, 24 - V- 2005, Correia, C. A. S. & Passos, F. B. 50 (UB); Reserva Ecológica do IBGE, 25 - IV- 1988, Mendonça, R. C. 910 (RB); 27 - IV- 1988, Mendonça, R. C. 958 (RB); 25 - V- 1988, Silva, M. A. da 673 (RB); Reserva Ecológica do Roncador, 20 - VI- 2008, Melo, L. R. V. 16 (UB); Setor de Mansões Park Way, 15 - V- 2004, Bringel Júnior, J. B. A. et al. 130 (UB); Sobradinho, 23 - VII- 1964, Duarte, A. P. et al. 8274 (RB); GOIÁS, ca. 15 km N de Corumbá de Goiás, 16 - V- 1975, Anderson, W. R. 10425 (RB); Anderson, W. R. 10284 (RB); Chapada dos Veadeiros, estrada de chão, ca. 30 km de Goianesia para Vila Propício, 06 - VI- 1995, Fonseca, M. L. et al. 292 (RB); Serra dos Pirineus, 04 - VI- 1971, Rizzo 6402 (RB); Alto Paraíso de Goiás, Água Fria, 30 - V- 1997, Munhoz, C. et al. 380 (HEPH, UB); ca. 7 km de Alto Paraíso na estrada para Cavalcante, 21 - V- 1994, Proença, C. et al. 1174 (HEPH, UB); estrada São Jorge / Alto Paraíso de Goiás, a 15 km de São Jorge, 22 - VII- 2007, Saavedra, M. M. et al. 472 (RB); Aparecida de Goiânia, Serra das Areias, Trilha perto do córrego das Areias, 10 - V- 2007, Delprete, P. G. 10117 (RB); Cavalcante, Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, Alto do Cruzeiro, 15 - IV- 2009, Martinelli, G. et al. 16463 (RB); Mossâmedes, ao lado esquerdo da estrada que dá acesso ao alojamento dos pesquisadores, 26 - V- 2012, Moreira, G. L. 64 (VIC); serra Dourada, estrada que dá acesso à Reserva Biológica, 30 - VIII- 2012, Moreira, G. L. et al. 74 (VIC); Niquelândia, Área de influência do AHE Serra da Mesa, saindo da GO 532 em direção ao lugarejo “ Rosareana ”, 04 - VI- 1998, Walter, B. M. T. et al. 4207 (CEN); Planaltina, Rod. GO- 118, 8 - 10 Km S de São Gabriel de Goiás, 12 - VI- 1993, Hatschbach, G. et al. 59286 (MBM); Rod. GO- 118, 45 Km S de São Gabriel de Goiás, 08 - V- 2000, Hatschbach, G. et al. 70620 (BHCB, HEPH, UB); MARANHÃO, Loreto, 30 - IV- 1962, Eiten, G. & Eiten, L. T. 4443 (RB); ilha de Balsas, Região entre os Rios Balsa e Parnaíba, cerca de 65 Km S de Loreto, 2 - 3 Km N de Parnaíba, 24 - V- 1962, Eiten, G. & Eiten, L. T. 4681 (SP); MINAS GERAIS, ca. 29 km Sul de Prata, BR- 14, 29 - IX- 1967, Goodland, R. 3989 (UB); habitat in campis St. Philippi versus Contendras, Martius, C. F. P. von, s / no (holótipo M; isótipo NY); Rodovia BR 4, Km 944, 27 - VI- 1968, Belem, R. P. s / no (RB- 146912); Serra do Caraça, VI- 1974, Robinson, O. s / no (SP- 123617); Serra do Cipó, estrada para a Usina, 07 - VIII- 2012, Lorencini, T. S. & Coutinho, Í. A. C. 376 (VIC); Lorencini, T. S. & Coutinho, Í. A. C. 377 (VIC); Lorencini, T. S. & Coutinho, Í. A. C. 378 (VIC); 09 - VIII- 2012, Lorencini, T. S. & Coutinho, Í. A. C. 388 (VIC); Lorencini, T. S. & Coutinho, Í. A. C. 389 (VIC); Serra do Curral, VII- 1949, Vidal, J. s / no (HUFU- 30654; RB- 377207); 29 - IV- 1904, Damazio, L. 1434 (RB); Belo Horizonte, Colônia Bias Fortes, 19 - VII- 1933, Mello Barreto 4330 (ESA); Botumirim, Serra da Canastra, acesso pela estrada para Canta Galo, 16 - V- 2008, Nakajima, J. N. et al. 4792 (HUFU, VIC); Brumadinho, arredores do Condomínio Retiro das Pedras, 14 - VII- 1999, Stehmann, J. R. & Gonçalves, M. 2545 (BHCB); retiro das Pedras, 20 - VIII- 2001, Viana, P. L. 154 (BHCB); serra da Moeda, 27 - V- 1998, Silveira, V. M. 32 (BHCB); Caxambu, Duarte, A. P. s / no (RB- 89511); Conceição do Mato Dentro, 3 - 5 Km Sul, 18 - V- 1989, Hatschbach, G. & Nicolack, V. 52885 (MBM); Congonhas, Área da Itaminas, 16 - VI- 1990, Silva, A. F. da et al. 1696 (VIC); Goiabeira, 28 - V- 1977, Fernandes e Matos, H. s / no (RB- 350469); Gouveia, BR 259, próximo ao Córrego do Tigre, 13 - V- 2010, Franco, I. M. et al. 528 (HUFU); Grão Mogol, subida para o Morro Papo da Ema, base da subida, perto do Ribeirão das Mortes, 15 - VI- 1990, Pirani, J. R. et al. s / no (SPF, VIC- 38044); Itabirito, pico de Cata Branca, 21 - VI- 1945, Williams, L. O. & Assis, V. 7361 (RB); região da Gerdal, próximo à BR 040, Mina Várzea do Lopes, 30 - V- 2007, Rezende, S. G. & Rezende, E. G. 1897 (BHCB); região do pico do Itabirito, Serra dos Inconfidentes, 29 - IX- 2004, Teixeira, W. A. s / no (BHCB- 98379); Itacambira, Serra de Itacambira, 17 - V- 1998, Pirani, J. R. et al. 4378 (SPF, VIC); Joaquim Felício, Serra do Cabral, entre os rios Embalassaia e Rio Preto, 18 - VIII- 2002, Hatschbach, G. et al. 73549 (MBM); Moeda, Serra da Moeda, entrada para Moeda, cerca de 33 Km S de Belo Horizonte a partir do entroncamento do anel rodoviário com a BR- 040, 29 - VIII- 2008, Leite, R. L. R. M. et al. 41 (BHCB); marinho da Serra, 26 - IV- 2007, Teles, A. M. et al. 440 (BHCB); 09 - V- 2007, Carmo, F. F. 588 (BHCB); Ouro Branco, Serra de Ouro Branco, 07 - VI- 2002, Paula, C. C. de et al. 05 (VIC); 08 - VI- 2002, Paula, C. C. de et al. 42 (VIC); 21 - VI- 2002, Paula, C. C. de et al. 101 (VIC); 14 - V- 1988, Lima, I. V. et al. s / no (BHCB- 12871); Ouro Preto, bairro Jardim Alvorada, 18 - VII- 1999, Moura, M. L. s / no (VIC- 23673); Parque Estadual do Itacolomi, 13 - V- 1998, Lombardi, J. A. 2246 (BHCB); 15 - VII- 1987, Peron, M. 235 (RB); 17 - VII- 1978, Martinelli, G. 4732 (RB); 17 - VII- 1978, Carvalho, A. M. de 47 (RB); 26 - V- 1979, Mautone, L. et al. 889 (RB); Mautone, L. et al. 904 (RB); 24 - VIII- 2006, Almeida, G. S. S. & Custódio, J. 77 (VIC); 27 - VI- 2007, Almeida, G. S. S. et al. 723 (VIC); 27 - VI- 2006, Almeida, G. S. S. et al. 724 (VIC); 15 - 03 - 2006, Almeida, G. S. S. & Custódio, J. 338 (VIC); 26 - VI- 2006, Almeida, G. S. S. et al. 431 (VIC); 04 - V- 2012, Lorencini, T. S. & et al. 373 (VIC); 18 - VII- 2007, Almeida, G. S. S. et al. 753 (VIC); 27 - VI- 2006, Almeida, G. S. S. et al. 466 (VIC); 09 - V- 2007, Almeida, G. S. S. et al. 680 (VIC); 20 - IV- 2012, Lorencini, T. S. & Parma, D. 358 (VIC); Lorencini, T. S. & Parma, D. 360 (VIC); Lorencini, T. S. & Parma, D. 361 (VIC); 03 - V- 2012, Lorencini, T. S. et al. 364 (VIC); Lorencini, T. S. et al. 366 (VIC); Lorencini, T. S. et al. 367 (VIC); Lorencini, T. S. et al. 368 (VIC); Lorencini, T. S. et al. 369 (VIC); Lorencini, T. S. et al. 370 (VIC); Lorencini, T. S. & et al. 371 (VIC); Lorencini, T. S. & et al. 372 (VIC); 27 - VI- 2006, Almeida, G. S. S. et al. 459 (VIC); Pedra Azul, ca. 10 km após Pedra Azul em direção à Almenara, 21 - IX- 2004, Miranda, E. B. & Conceição, A. S. 681 (HUEFS); Rio Pardo de Minas, Areião, 23 - V- 2005, Sevilha, A. C. et al. 4310 (CEN); 22 - V- 2005, Sevilha, A. C. et al. 4225 (CEN, VIC); Santa Bárbara, Serra do Caraça, Colégio do Caraça, 19 - VII- 1977, Martinelli, G. & Távora, A. 2690 (RB); Santana do Riacho, estrada Santana do Riacho / Lapinha da Serra, 08 - VIII- 2012, Lorencini, T. S. & Coutinho, Í. A. C. 381 (VIC); Lorencini, T. S. & Coutinho, Í. A. C. 382 (VIC); Lorencini, T. S. & Coutinho, Í. A. C. 383 (VIC); Lorencini, T. S. & Coutinho, Í. A. C. 384 (VIC); estrada para o Rio de Pedras, 09 - VIII- 2012, Lorencini, T. S. & Coutinho, Í. A. C. 393 (VIC); lapinha da Serra, trilha para o Pico da Lapinha, 08 - VIII- 2012, Lorencini, T. S. & Coutinho, Í. A. C. 387 (VIC); Tirandentes, Serra de São José, 09 - VII- 1989, s. col. 560 (RB); SÃO PAULO, Itú, perto de Sorocaba, 22 - VIII- 1968, Leitão Filho, H. F. 450 (UB).	fr	Lorencini, Tiago Silva, Okano, Rita Maria de Carvalho, Gonçalves, Ana Paula Santos, Nakajima, Jimi Naoki (2017): Estudos taxonômicos do gênero Echinocoryne H. Rob. (Asteraceae, Vernonieae) no Brasil. Iheringia, Série Botânica 72 (1): 16-32, DOI: 10.21826/2446-8231201772103, URL: http://dx.doi.org/10.21826/2446-8231201772103
E23FAA2BFFE2B670FC8DFF5D3A9D59D8.taxon	description	(Figs. 3 A-K) Subarbusto 0,2 - 1 m alt. Caule cilíndrico, simples ou ramificado, seríceo. Folha subcoriácea, linear, 6 - 80 x 0,2 - 3,4 mm, ápice agudo, margem inteira, fortemente revoluta, base cuneada, face abaxial grisea, densamente serícea, face adaxial verde escura, moderadamente gríseoserícea, hifódroma. Capitulescência laxa; brácteas foliáceas lineares, linear-lanceoladas ou elípticas, 2,4 - 10 x 0,1 - 1,1 mm. Capítulos 5 - 75, 6,8 - 16 x 8,2 - 20 mm; pedúnculo 2 - 28 mm compr., griseo, densamente seríceo; invólucro com 108 - 162 brácteas involucrais, em 5 - 7 - séries, internas linear-lanceoladas ou lanceoladas, 6 - 9 x 0,7 - 1,2 mm, externas ovadas ou lanceoladas, 1 - 2 x 0,3 - 0,5 mm, ápice acuminado, vináceo, margem laciniada, base verde clara, dorsalmente glabrescente ou griseo-serícea. Flores 15 - 68 por capítulo; corola 5,5 - 7 mm compr., lacínios 1,2 - 2 mm compr.; anteras 1,2 - 2,5 mm compr.; ramos do estilete 1 - 1,5 mm compr. Cipsela 1,2 - 1,8 mm compr., densamente serícea. Papus com série externa 0,8 - 1,2 mm compr., série interna 4 - 6 mm compr.	fr	Lorencini, Tiago Silva, Okano, Rita Maria de Carvalho, Gonçalves, Ana Paula Santos, Nakajima, Jimi Naoki (2017): Estudos taxonômicos do gênero Echinocoryne H. Rob. (Asteraceae, Vernonieae) no Brasil. Iheringia, Série Botânica 72 (1): 16-32, DOI: 10.21826/2446-8231201772103, URL: http://dx.doi.org/10.21826/2446-8231201772103
E23FAA2BFFE2B670FC8DFF5D3A9D59D8.taxon	distribution	Distribuição geográfica: Bahia, Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais e Tocantins (Rivera 2006, Soares & Dematteis 2012). E. pungens ocorre no domínio do Cerrado, nas seguintes fitofisionomias: campo limpo, campo rupestre e cerrado stricto sensu. Coletada com flores e frutos entre janeiro a novembro.	fr	Lorencini, Tiago Silva, Okano, Rita Maria de Carvalho, Gonçalves, Ana Paula Santos, Nakajima, Jimi Naoki (2017): Estudos taxonômicos do gênero Echinocoryne H. Rob. (Asteraceae, Vernonieae) no Brasil. Iheringia, Série Botânica 72 (1): 16-32, DOI: 10.21826/2446-8231201772103, URL: http://dx.doi.org/10.21826/2446-8231201772103
E23FAA2BFFE2B670FC8DFF5D3A9D59D8.taxon	discussion	Comentários: Echinocoryne pungens é caracterizada por suas folhas lineares, com nervação hifódroma e margens fortemente revolutas. Vale ressaltar que o número de flores (15 - 68) por capítulo, a semelhança do que se observou em E. echinocephala (ver adiante) foi consideravelmente ampliado, quando comparado com os números mencionados por Gardner (1847), 4 a 5, Baker (1873), 30 a 40 e Robinson (1987), 15 a 21 flores. Certamente, a variação no número de flores por capítulo esteja relacionado ao baixo número de exemplares amostrados. Neste estudo, foram examinados 43 exemplares.	fr	Lorencini, Tiago Silva, Okano, Rita Maria de Carvalho, Gonçalves, Ana Paula Santos, Nakajima, Jimi Naoki (2017): Estudos taxonômicos do gênero Echinocoryne H. Rob. (Asteraceae, Vernonieae) no Brasil. Iheringia, Série Botânica 72 (1): 16-32, DOI: 10.21826/2446-8231201772103, URL: http://dx.doi.org/10.21826/2446-8231201772103
E23FAA2BFFE2B670FC8DFF5D3A9D59D8.taxon	materials_examined	Material examinado: BRASIL, BAHIA, Barra da Estiva, IV- 1980, Vaillant, P. s / no (RB- 199397); Jussiape, estrada para Capão da Volta, ca. 20 Km de Jussiape, 16 - VII- 2001, Souza, V. C. et al. 26195 (ESA, HUEFS); DISTRITO FEDERAL, ARIE do Capetinga, lado esquerdo da estrada de ferro do Centro Oeste, próximo ao Catetinho, 08 - VI- 1988, Silva, M. A. da 703 (RB); estrada Brasília / Anápolis, saída de Brasília, V- 1968, Lima, N. & Heringer, E. P. 249 (RB); Brasília, B. G. P., 26 - V- 1965, Heringer, E. P. 10454 (RB); imediações noroeste da Asa Norte Residencial, 20 - VI- 1967, Santiago, A. F. 11 (RB); Parque Nacional de Brasília, 27 - VII- 1980, Guimarães, J. G. 1081 (RB); Reserva Ecológica do IBGE, 18 - V- 1988, Alvarenga, D. 50 (RB); GOIÁS, In campis editioribus siccis prope Villa de Arrayas, 1842, Gardner G., 4177 (holótipo BM; isótipo GH, K, NY, P, US); Alto Paraíso de Goiás, Rod. para Nova Roma, Rio Bartolomeu, 13 - VI- 1993, Hatschbach, G. et al. 59472 (MBM); Niquelândia, estrada de chão com entrada no Km 8,0 da Rodovia Niquelândia / Uruaçu, Fazenda Traira, 26 - IV- 1995, Oliveira, F. C. A. et al. 359 (RB); Pirinópolis, Cachoeira do Abade, 25 - V- 1968, Onishi, E. et al. 59 (UB); MINAS GERAIS, BR 135, Km 404, 26 - V- 1971, Krieger, P. L. 10607 (RB); Falcão, 08 - XI- 1969, Araújo, N. s / no (RB- 145133); Riacho da Serra, Serra do Cipó, 05 - VIII- 1956, Heringer, E. P. 5314 (UB); Serra do Curral, BR 3, Km 01, 18 - VI- 1964, Duarte, A. P. 8082 (RB); Sertão da Lagoa Santa para a Serra do Cipó, 16 - V- 1968, Duarte, A. P. 10909 (BHCB, HUEFS); Baependi, São Thomé das Letras, 14 - VII- 1950, Brade & Duarte, A. P. 20496 (RB); Belo Horizonte, Serra do Curral, Roth, Pe. L. s / no (RB- 93228); 05 - VIII- 1942, Magalhães, M. 1845 (ESA); Serra da Mutuca, 28 - VII- 1940, Mello Barreto 10886 (ESA, SP); Serra do Taquaril, 08 - VIII- 1942, Oliveira, J. E. 1051 (ESA); Caxambu, VII- 1954, Duarte, A. P. 3815 (RB); Itabirito, região do Pico de Itabirito, base da Serra dos Inconfidentes, 13 - V- 2004, Teixeira, W. A. s / no (BHCB- 98370); Jaboticatubas, 10 km N de Lagoa Santa, Km 56 da estrada Belo Horizonte / Conceição, 28 - IV- 1952, Smith, L. B. 6995 (R); Lima Duarte, arredores do P. E. do Ibitipoca, próximo à estrada para o distrito de Moreiras, 28 - VII- 2001, Araújo, F. S. & Scalon, V. R. 129 (HUFU); Saint Gobain, Fazenda Conceição, 14 - VII- 2005, Tameirão Neto, E. 3955 (BHCB); Nova Lima, Pico de Belo Horizonte, VI- 1945, Williams, L. O. & Assis, V. 7171 (RB); Serra da Mutuca, I- 1960, Magalhães, G. M. 17642 (RB); Ouro Preto, Chapada, 24 - V- 1979, Mautone, L. 851 (RB); Três Moinhos, 05 - VIII- 1980, Lima, H. C. de et al. 1271 (RB); Paraopeba, Horto Florestal de Paraopeba, 13 - VIII- 1955, Heringer, E. P. s / no (RB- 93490); Sete Lagoas, BR Km 91, 11 - VII- 1967, Silva, J. B. 56 (UB); São João del-Rei, I- 1986, Silveira, A. s / no (R- 113515); TOCANTINS, Arraias, TO- 050, Km 415, 6 Km W de Arraias, 11 - V- 2000, Hatschbach, G. et al. 70854 (BHCB).	fr	Lorencini, Tiago Silva, Okano, Rita Maria de Carvalho, Gonçalves, Ana Paula Santos, Nakajima, Jimi Naoki (2017): Estudos taxonômicos do gênero Echinocoryne H. Rob. (Asteraceae, Vernonieae) no Brasil. Iheringia, Série Botânica 72 (1): 16-32, DOI: 10.21826/2446-8231201772103, URL: http://dx.doi.org/10.21826/2446-8231201772103
E23FAA2BFFECB675FF0EFA1339775EDB.taxon	description	(Figs. 4 A-K) Subarbusto 0,15 - 1,7 m alt. Caule cilíndrico, simples ou ramificado, velutino ou tomentoso. Folha subcoriácea, ovada ou oblanceolada, 8,6 - 55 x 3,3 - 24 mm, ápice agudo ou mucronado, margem esparsamente aculeada, moderadamente revoluta, base obtusa, subcordada ou cuneada, face abaxial grisea, moderado ou densamente velutina ou tomentosa, face adaxial verde escuro, moderadamente velutina, camptódroma. Capitulescência laxa ou congesta; brácteas foliáceas estreitamente elípticas ou elípticas, 2,5 - 13,5 x 0,7 - 4 mm. Capítulos 10 - 100, 11 - 14 x 9,5 - 17 mm; pedúnculo 0,8 - 19 mm compr., griseo, densamente tomentoso ou velutíneo; invólucro com 80 - 160 brácteas involucrais, em 5 - 6 - séries, internas linear-lanceoladas ou lanceoladas, 8 - 9 x 1 - 2 mm, externas linear-lanceoladas ou lanceoladas, 1,5 - 2 x 0,3 - 0,5 mm, ápice acuminado, vináceo ou marrom claro, margem laciniada, base verde clara ou amarelo-esverdeada pálida, dorsalmente glabrescente ou griseo-serícea. Flores 17 - 50 por capítulo; corola 6,5 - 9,5 mm compr., lacínios 1,5 - 3 mm compr.; anteras 2 - 3 mm compr.; ramos do estilete 1 - 2 mm compr. Cipsela 1,2 - 2,2 mm compr., densamente serícea. Papus com série externa 1 - 1,5 mm compr., série interna 5,5 - 6,5 mm comp.	fr	Lorencini, Tiago Silva, Okano, Rita Maria de Carvalho, Gonçalves, Ana Paula Santos, Nakajima, Jimi Naoki (2017): Estudos taxonômicos do gênero Echinocoryne H. Rob. (Asteraceae, Vernonieae) no Brasil. Iheringia, Série Botânica 72 (1): 16-32, DOI: 10.21826/2446-8231201772103, URL: http://dx.doi.org/10.21826/2446-8231201772103
E23FAA2BFFECB675FF0EFA1339775EDB.taxon	distribution	Distribuição geográfica: Distrito Federal, Goiás e Minas Gerais (Rivera 2006). E. schwenkiifolia ocorre no domínio do Cerrado, nas seguintes fitofisionomias: campo limpo, campo rupestre, campo sujo, carrasco e mata de galeria. Coletada com flores e frutos entre março a setembro.	fr	Lorencini, Tiago Silva, Okano, Rita Maria de Carvalho, Gonçalves, Ana Paula Santos, Nakajima, Jimi Naoki (2017): Estudos taxonômicos do gênero Echinocoryne H. Rob. (Asteraceae, Vernonieae) no Brasil. Iheringia, Série Botânica 72 (1): 16-32, DOI: 10.21826/2446-8231201772103, URL: http://dx.doi.org/10.21826/2446-8231201772103
E23FAA2BFFECB675FF0EFA1339775EDB.taxon	discussion	Comentários: Echinocoryne schwenkiifolia diferencia-se dos demais táxons do gênero por suas folhas ovadas ou oblanceoladas, com pilosidade velutina ou tomentosa na face abaxial e velutina na adaxial. Em relação à capítulescência, esta pode ser laxa ou congesta. Os capítulos de E. schwenkiifolia apresentam coloração verde-vinácea ou amarelo-esverdeada pálida, o que faz com esta espécie possa se assemelhar com E. holosericea e E. stricta, respectivamente. Excetuando-se De Candolle (1836) que registrou apenas 20 flores por capítulo, o número de flores observado neste estudo (17 a 50) compreende os valores mencionados por Baker (1873), 30 a 40, e Robinson (1987), 25 a 45 flores. O epíteto específico “ schwenkiaefolia ” proposto por De Candolle (1836), foi mantido nas subsequentes combinações (Kuntze 1891, Robinson 1987). Entretanto, segundo oArtigo 60.8 do International Code of Nomenclature for algae, fungi and plants (2012), os epítetos adjetivos que combinam elementos derivados de duas ou mais palavras latinas, devem ter a inflexão singular “ ae ” substituída pela vogal de ligação “ i ”. Desta forma, o epíteto “ schwenkiaefolia ” deve ser substituído por “ schwenkiifolia ”, convenção esta já adotada por sites especializados em taxonomia, como TROPICOS (2012) e The International Plant Names Index (2012).	fr	Lorencini, Tiago Silva, Okano, Rita Maria de Carvalho, Gonçalves, Ana Paula Santos, Nakajima, Jimi Naoki (2017): Estudos taxonômicos do gênero Echinocoryne H. Rob. (Asteraceae, Vernonieae) no Brasil. Iheringia, Série Botânica 72 (1): 16-32, DOI: 10.21826/2446-8231201772103, URL: http://dx.doi.org/10.21826/2446-8231201772103
E23FAA2BFFECB675FF0EFA1339775EDB.taxon	materials_examined	Material examinado: BRASIL, GOIÁS, Cristalina, ca. 30 km N de Cristalina, BR- 040, V- 2002, Elias, S. I. et al. 620 (ESA); Morrinhos, 27 - VI- 1970, Rizzo 5317 (RB); Serra do Caiapó, ca. 30 km S de Caiapônia, 29 - IV- 1973, Anderson, W. R. 9383 (RB, UB); Serra dos Pirineus, ca. 15 km Norte de Corumbá de Goiás, 16 - V- 1973, Andernon, W. R. 10425 (UB); MINAS GERAIS, base da Serra do Caraça, 26 - I- 1971, Irwin, H. S. et al. s / no (RB- 158203); circa Tejuco, Vauthier 258 (sintipo M); estrada para Conselheiro Mata, 12 - VIII- 2012, Lorencini, T. S. & Coutinho, Í. A. C. 407 (VIC); Lorencini, T. S. & Coutinho, Í. A. C. 408 (VIC); estrada para mineradora Gabi Extrações, depois do terceiro córrego, região da Represa de Furnas, 26 - X- 2006, Nakajima, J. N. et al. 4322 (HUFU); habitat in campis editis, Martius, C. F. P. von, s / no (sintipo G-DC); Rodovia Belo Horizonte / Vespasiano, Km 25, 12 - V- 1990, Pereira, J. C. R. s / no (BHCB- 18270); Serra de Diamantina, VIII- 1960, Mendes Magalhães, G. 18367 (BHCB); Serra do Cipó, Andrade, R. G. P. M. 1428 (BHCB); 30 - I- 1980, King, R. M. & Almeda, F. s / no (UB- 62517); 26 - IV- 1978, Lima, H. C. de 446 (RB); 09 - VIII- 2012, Lorencini, T. S. & Coutinho, Í. A. C. 394 (VIC); Lorencini, T. S. & Coutinho, Í. A. C. 390 (VIC); Lorencini, T. S. & Coutinho, Í. A. C. 391 (VIC); Lorencini, T. S. & Coutinho, Í. A. C. 392 (VIC); 10 - VIII- 2012, Lorencini, T. S. & Coutinho, Í. A. C. 396 (VIC); Lorencini, T. S. & Coutinho, Í. A. C. 397 (VIC); Lorencini, T. S. & Coutinho, Í. A. C. 398 (VIC); Lorencini, T. S. & Coutinho, Í. A. C. 399 (VIC); Lorencini, T. S. & Coutinho, Í. A. C. 400 (VIC); Lorencini, T. S. & Coutinho, Í. A. C. 401 (VIC); 23 - V- 2009, Menini Neto, L. et al. 689 (RB); 15 - III- 1962, Duarte, A. P. 6520 (RB); 17 - IV- 1950, Duarte, A. P. 2519 (RB); 26 - IV- 1978, Martinelli, G. 4360 (RB); 10 - V- 1974, Martinelli, G. 262 (RB); Serra do Curral, BR 3, Km 420, 18 - VI- 1964, Duarte, A. P. 8133 (RB); s. col. s / no (RB- 56526); Belo Horizonte, Jardim Botânico de Belo Horizonte, s. col. s / no (RB- 97596); santana do Mato Dentro, 30 - V- 1989, Esteves, V. & Esteves, R. L. 428 (R); Brumadinho, Retiro das Pedras, 03 - VII- 2001, Viana, P. L. 83 (BHCB); Serra da Calçada, Retiro das Pedras, 31 - VII- 2003, Vincent, R. C. et al. 574 (BHCB); Buenópolis, Parque Nacional das Sempre Vivas, caminho para a Serra do Mocó, passando pelo córrego do Mocó, 19 - VI- 2008, Almeida, T. E. 1367 (BHCB); Almeida, T. E. et al. 1369 (BHCB); campos de São Domingos Mocó, 19 - VI- 2008, Souza, D. T. 457 (BHCB); Capitólio, Cachoeira do Filó, região de Furnas, 24 - V- 2007, Bernardes, P. H. N. et al. 262 (HUFU, VIC); trilha da Pedreira Souza, ca. 2 km da BR 050, região da Represa de Furnas, 12 - VII- 2006, Arantes, A. A. et al. 1936 (HUFU, VIC); trilha do Paraíso Perdido, ca. 5 km da MG 050, região da Represa de Furnas, 12 - VII- 2006, Arantes, A. A. et al. 1890 (HUFU, VIC); trilha na estrada da Cachoeira Feixo da Serra, 13 - VII- 2006, Arantes, A. A. et al. 1973 (HUFU, VIC); Datas, estrada Datas / Santa Cruz, 11 - VIII- 2012, Lorencini, T. S. & Coutinho, Í. A. C. 405 (VIC); Delfinópolis, condomínio de Pedra, 17 - V- 2003, Volpi, R. L. et al. 659 (HUFU, VIC); 17 - V- 2003, Pacheco, R. A. et al. 610 (HUFU, VIC); estrada para Casa Branca, Fazenda Paraíso, “ Sete Cidades ”, 10 - IV- 2002, Romero, R. et al. 6242 (HUFU, VIC); trilha Condomínio de Pedra, 23 - VI- 2010, Romero, R. et al. 8273 (HUFU, VIC); Diamantina, Brade 13554 (RB); ca. 2 km de Diamantina em direção à Mendanha, 06 - VII- 1996, Souza, V. C. et al. 11861 (ESA); ca. 16 km de Diamantina em direção à Mendanha, 06 - VII- 1996, Souza, V. C. et al. 11959 (ESA, VIC); ca. 18 km SW de Diamantina, estrada para Curvelo, 10 - IV- 1973, Anderson, W. R. 8527 (RB); ca. 19 km de Diamantina em direção a Datas, 06 - VII- 1996, Souza, V. C. et al. 12048 (ESA, HUFU); campus JK da UFVJM, 19 - V- 2009, Vitta, F. A. 1201 (HUFU); 07 - V- 2010, Franco, I. M. & Lourenço, A. P. 488 (HUFU); estrada de chão Diamantina / Milho Verde, 11 - VIII- 2012, Lorencini, T. S. & Coutinho, Í. A. C. 406 (VIC); estrada para Biribiri, 02 - VIII- 1989, Simão-Bianchini, R. 84 (SPF, VIC); 18 - V- 2008, Mello, F. N. A. et al. 267 (HUFU, VIC); estrada para Mendanha, Km 571,5, 14 - VII- 1996, Roque, N. et al. 209 (VIC); estrada para Mendanha, ca. 12 km de Diamantina, Sítio do Sr. Sakurai, 03 - VIII- 1985, Mello Silva, R. et al. s / no (SPF- 38931); estrada para Milho Verde, Km 9, 19 - V- 2008, Nakajima, J. N. et al. 4820 (HUFU, VIC); estrada Turmalina / Diamantina, 13 - V- 1979, Lima, H. C. de et al. 1058 (RB); Parque Estadual do Biribiri, 12 - VIII- 2012, Lorencini, T. S. & Coutinho, Í. A. C. 409 (VIC); 16 - VIII- 2012, Lorencini, T. S.; Coutinho, Í. A. C. & Moura, M. N. 410 (VIC); Lorencini, T. S.; Coutinho, Í. A. C. & Moura, M. N. 411 (VIC); Lorencini, T. S.; Coutinho, Í. A. C. & Moura, M. N. 412 (VIC); Lorencini, T. S.; Coutinho, Í. A. C. & Moura, M. N. 413 (VIC); Lorencini, T. S.; Coutinho, Í. A. C. & Moura, M. N. 414 (VIC); Lorencini, T. S.; Coutinho, Í. A. C. & Moura, M. N. 415 (VIC); água Limpa, 22 - V- 1955, Pereira, E. 1473 (HUEFS, RB); Gouveia, Km 97 da Rodovia Belo Horizonte / Diamantina, 03 - IV- 1985, Cruz, M. A. V. da 51 (SP); Itabirito, ao lado da estrada de Ouro Preto / Belo Horizonte, à 53 km da Escola de Farmácia de Ouro Preto, 09 - VI- 1995, Fontella 4138 (RB); Jaboticatubas, Km 127 da Rodovia Lagoa Santa / Conceição do Mato Dentro / Diamantina, 18 - VII- 1972, Semir, J. & Sazima, M. 2574 (SP); Joaquim Felício, Serra do Cabral, 16 - V- 1999, Souza, V. C. et al. 22524 (ESA); Nova Lima, Morro do Chapéu, 01 - V- 1983, Andrade-Josafá, P. M. s / no (BHCB- 856); Ouro Preto, Parque Estadual do Itacolomi, 29 - V- 2006, Almeida, G. S. S. & Custódio, J. 400 (VIC); 20 - IV- 2012, Lorencini, T. S. & Parma, D. 359 (VIC); Lorencini, T. S. & Parma, D. 362 (VIC); 03 - V- 2012, Lorencini, T. S. et al. 363 (VIC); Lorencini, T. S. et al. 365 (VIC); 27 - VI- 2006, Almeida, G. S. S. et al. 467 (RB, VIC); Parque Estadual Uaímii, Serra da Ajuda, 26 - VII- 2006, Fontana, A. P. et al. 2279 (RB); Presidente Kubitschek, 10 - VIII- 2012, Lorencini, T. S. & Coutinho, Í. A. C. 402 (VIC); Lorencini, T. S. & Coutinho, Í. A. C. 403 (VIC); Lorencini, T. S. & Coutinho, Í. A. C. 404 (VIC); ca. 6 km de Presidente Kubitschek em direção à Serro, 05 - VII- 1996, Souza, V. C. et al. 11815 (ESA); Santa Bárbara, Serra do Caraça, 10 - IX- 1990, Stehmann, J. R. et al. s / no (BHCB- 28368); Santana do Riacho, caminho das Vellozias gigantes, 04 - VI- 2006, Soares, M. F. et al. 95 (BHCB); Parque Nacional Serra do Cipó, 27 - VI- 1991, Pereira, M. et al. 861 (BHCB); Serra do Cipó, 24 - X- 1974, Hatschbach, G. & Ferreira, L. F. 35314 (MBM); 02 - VII- 1989, Vasconcellos, M. B. et al. s / no (ESA- 11142); 01 - V- 1993, Souza, V. C. & Sakuragui, C. M. 3361 (ESA, VIC); 04 - VII- 2001, Souza, V. C. et al. 25022 (ESA); 30 - IV- 1989, Giordano, L. C. & Toscano 668 (RB); 26 - IV- 1978, Fontella 4331 (RB); 12 - V- 1987, Marquete, R. et al. 21 (RB); 23 - V- 2009, Menini Neto, L. et al. 689 (HUFU); 05 - VII- 1996, Souza, V. C. et al. 11734 (ESA); 01 - V- 1993, Souza, V. C. & Sakuragui, C. M. 3378 (ESA, UB); Serro, Serra Quebrada, entre Capivari e o Pico do Itambé, 03 - V- 1942, Magalhães, M. 1567 (ESA); Sete Lagoas, BR Km 91, 11 - VII- 1967, Silva, J. B. 56 (UB); São Gonçalo do Rio Preto, Parque Estadual do Rio Preto, 11 - VI- 1999, Salino, A. 4813 (BHCB); 11 - VI- 1999, Lombardi, J. A. 2959 (BHCB); 12 - VI- 1999, Lombardi, J. A. 2993 (BHCB); São Roque de Minas, córrego dos Passageiros, 11 - VII- 1996, Nakajima, J. N. et al. 2022 (HUFU, UB); chapadão do diamante, próximo ao ribeirão, 09 - VII- 1996, Nakajima, J. N. et al. 1936 (UB); estrada para o sítio João Domingos, 26 - V- 1996, Nakajima, J. N. & Romero, R. 1806 (UB); Parque Nacional da Serra da Canastra, 18 - VII- 1995, Nakajima, J. N. et al. 1270 (UB); 26 - VI- 1997, Nakajima, J. N. et al. 2579 (UB); 25 - VI- 1997, Nakajima, J. N. et al. 4243 (UB); 14 - VII- 1995, Nakajima, J. N. et al. 1201 (UB).	fr	Lorencini, Tiago Silva, Okano, Rita Maria de Carvalho, Gonçalves, Ana Paula Santos, Nakajima, Jimi Naoki (2017): Estudos taxonômicos do gênero Echinocoryne H. Rob. (Asteraceae, Vernonieae) no Brasil. Iheringia, Série Botânica 72 (1): 16-32, DOI: 10.21826/2446-8231201772103, URL: http://dx.doi.org/10.21826/2446-8231201772103
E23FAA2BFFE9B677FF4AFD1239135918.taxon	description	(Figs. 5 A-K) Subarbusto 0,3 - 1,6 m alt. Caule cilíndrico, ramificado, seríceo ou tomentoso. Folha subcoriácea, linear-lanceolada, lanceolada, estreitamente elíptica ou elíptica, 7 - 61 x 2,3 - 13 mm, ápice agudo, margem inteira ou esparsamente aculeada, moderadamente revoluta, base cuneada, face abaxial grisea, densamente serícea ou vilosa, face adaxial verde escuro, moderado ou densamente griseo-serícea, camptódroma. Capitulescência congesta; brácteas foliáceas linear-lanceoladas, lanceoladas ou elípticas, 1,9 - 10,6 x 0,7 - 2,5 mm. Capítulos 30 - 315, 8 - 13 x 6 - 11 mm; pedúnculo 0,9 - 12 mm compr., griseo, densamente seríceo ou tomentoso; invólucro com 90 - 134 brácteas involucrais, em 5 - 6 - séries, internas linear-lanceoladas ou lanceoladas, 5,5 - 7,5 x 0,8 - 1,2 mm, externas lanceoladas, 1 - 2 x 0,3 - 0,4 mm, ápice acuminado, levemente vináceo ou marrom claro, margem laciniada, base amarelo-esverdeada pálida, dorsalmente glabrescente ou griseo-serícea. Flores 10 - 26 por capítulo; corola 4,5 - 8 mm compr., lacínios 1 - 2,5 mm compr; anteras 2 - 2,5 mm compr.; ramos do estilete 1 - 1,5 mm compr. Cipsela 0,8 - 1,8 mm compr., densamente serícea. Papus com série externa 0,4 - 1 mm compr., série interna 3 - 5 mm compr.	fr	Lorencini, Tiago Silva, Okano, Rita Maria de Carvalho, Gonçalves, Ana Paula Santos, Nakajima, Jimi Naoki (2017): Estudos taxonômicos do gênero Echinocoryne H. Rob. (Asteraceae, Vernonieae) no Brasil. Iheringia, Série Botânica 72 (1): 16-32, DOI: 10.21826/2446-8231201772103, URL: http://dx.doi.org/10.21826/2446-8231201772103
E23FAA2BFFE9B677FF4AFD1239135918.taxon	distribution	Distribuição geográfica: Goiás, Minas Gerais e Tocantins (Rivera 2006, Soares & Dematteis 2012). No presente estudo, E stricta teve sua área de ocorrência ampliada, sendo citada também para os estados da Bahia e São Paulo. E. stricta juntamente com E. holosericea são as espécies mais amplamente distribuídas. E stricta ocorre no domínio do Cerrado, nas seguintes fitofisionomias: campo rupestre, campo sujo e cerrado stricto sensu. Coletada com flores e frutos entre março a setembro.	fr	Lorencini, Tiago Silva, Okano, Rita Maria de Carvalho, Gonçalves, Ana Paula Santos, Nakajima, Jimi Naoki (2017): Estudos taxonômicos do gênero Echinocoryne H. Rob. (Asteraceae, Vernonieae) no Brasil. Iheringia, Série Botânica 72 (1): 16-32, DOI: 10.21826/2446-8231201772103, URL: http://dx.doi.org/10.21826/2446-8231201772103
E23FAA2BFFE9B677FF4AFD1239135918.taxon	discussion	Comentários: Echinocoryne stricta é semelhante à E. schwenkiifolia quanto ao número de séries de brácteas involucrais (5 a 6), ao grau de adensamento da capitulescência (congesta), e a coloração amarelo-esverdeada, pálida do invólucro. Entretanto, diferencia-se desta por possuir folhas linear-lanceoladas, lanceoladas, estreitamente elípticas ou elípticas, pilosidade serícea ou vilosa em sua face abaxial e o elevado número de capítulos (30 a 315) por planta, acompanhada pela redução do número de flores por capítulo (10 a 26). E. schwenkiifolia possui folhas ovadas ou oblanceoladas, pilosidade velutina ou tomentosa em sua face abaxial, 10 a 100 capítulos por planta e de 17 a 50 flores por capítulo. Neste estudo, o número de flores observado por capítulo de E. stricta foi de 10 a 26. Embora o número de flores por capítulo citado por Gardner (1846), Baker (1873) e Robinson (1987) tenha sido, ligeiramente, inferior (18 a 20, 10 a 20 e 15 a 21, respectivamente), entretanto o número de flores por capítulo se manteve, relativamente, baixo.	fr	Lorencini, Tiago Silva, Okano, Rita Maria de Carvalho, Gonçalves, Ana Paula Santos, Nakajima, Jimi Naoki (2017): Estudos taxonômicos do gênero Echinocoryne H. Rob. (Asteraceae, Vernonieae) no Brasil. Iheringia, Série Botânica 72 (1): 16-32, DOI: 10.21826/2446-8231201772103, URL: http://dx.doi.org/10.21826/2446-8231201772103
E23FAA2BFFE9B677FF4AFD1239135918.taxon	materials_examined	Gardner (1846), ao descrever Vernonia stricta, mencionou como material tipo apenas um único exemplar coletado por ele (Gardner, G., 4795). De acordo com Stafleu & Cowan (1976), os materiais botânicos coletados por Gardner no Brasil estão depositados no Herbário BM. Como se trata de uma única coleta, muito provavelmente, o holótipo de E. stricta está depositado no Herbário BM. Duplicatas deste material encontram-se depositadas nos herbários GH, K, NY, P, R e US (JStor Plant Science 2012). Material examinado: BRASIL, BAHIA, ca. 5 km do Rio Roda Velha, 150 km de Barreiras, 15 - IV- 1966, Irwin, H. S. et al. s / no (SP- 103193); São Desidério, área próxima à Roda Velha, após a entrada da Fazenda Pernambuco, 24 - IV- 1998, Mendonça, R. C. et al. 3435 (RB); GOIÁS, Caldas Novas, Serra de Caldas, 09 - VII- 1976, Hatschbach, G. 38766 (MBM); Cristalina, Serra dos Topásios, 13 - VI- 2004, Bringel Júnior, J. B. A. et al. 158 (CEN); Luziânia, BR- 040, próximo a uma granja entre Cristalina e Luziânia, 10 - VI- 2002, Fonseca, M. L. et al. 3437 (UB); Morrinhos, 25 - VII- 1970, Rizzo 5370 (RB); MINAS GERAIS, ca. 500 km de Brasília para Belo Horizonte, 19 - VI- 1964, Pires, J. M. 57989 (UB); Serra de Catiara, 18 - VIII- 1950, Duarte, A. P. 2801 (RB); Serra do Cipó, 03 - III- 1958, Heringer, E. P. & Castellanos 5933 (RB); 05 - VIII- 1956, Heringer, E. P. 5314 (RB); Near Formigas, VI- 1840, Gardner, G. 4795 (holótipo BM; isótipos GH, K, NY, P, R, US); Bocaiúva, Rodovia Bocaiúva / Diamantina, descida do Rio Jequitinhonha, 23 - VII- 1998, Hatschbach, G. et al. 68104 (BHCB); Hatschbach, G. et al. 68116 (MBM); Buenópolis, Curimataí, arredores, 19 - V- 2001, Hatschbach, G. et al. 72232 (BHCB, HUFU); entre a Rod. BR- 135 e Curimataí, 09 - VI- 2004, Hatschbach, G. et al. 77627 (ESA); Delfinópolis, base da Serra Preta, Serra da Goela, 23 - V- 1996, Nakajima, J. N. & Romero, R. 1754 (UB); estrada para a Babilônia, 24 - V- 1996, Romero, R. & Nakajima, J. N. 3436 (UB); trilha Escada de Pedra, 15 - V- 2003, Romero, R. et al. 6849 (HUFU, VIC); Diamantina, Brade 13571 (RB); Estrela do Indaiá, Baú, 09 - IX- 1944, Teodoro, S. 242 (R); Formoso, Parque Nacional do Grande Sertão Veredas, próximo à Fazenda Barbatimão, 31 - VII- 1989, Pereira Neto, M. et al. 450 (RB, UB); João Pinheiro, estrada João Pinheiro / Brasilândia de Minas, MG 181, 47 Km do trevo da BR 040, 13 - VII- 2005, Forzza, R. C. et al. 4016 (HUFU, RB); três Marias, 19 - VI- 1964, Pires, J. M. 58011 (UB); Pires, J. M. 58017 (UB); Paraopeba, Pau Lavrado, 13 - VIII- 1965, Heringer, E. P. 4005 (UB); Patrocínio, Fazendas DATERRA, 17 - VIII- 1999, Farah, F. T. et al. 1030 (ESA, HUFU); Perdizes, Estação Ambiental Galheiro, 01 - VII- 2003, Mendes, S. & Araújo, G. M. 937 (UB); 27 - VI- 2002, Amorim, E. H. et al. 109 (HUFU, UB); 27 - VI- 2002, Mendes, S. et al. 78 (ESA); Sacramento, 16 Km da divisa MG / SP, 7 Km do Ribeirão Canabrava em direção à Araxá, 06 - VII- 1996, Souza, V. C. et al. 12069 (ESA, UB, VIC); Santana do Riacho, ao longo da rodovia Belo Horizonte / Conceição do Mato Dentro, estrada para Santana do Riacho, próximo de Melo, 07 - VI- 1980, Menezes, N. L. s / no (VIC- 38077); São Roque de Minas, Guarita de Sacramento, PARNA Serra da Canastra, 14 - VII- 1995, Nakajima, J. N. et al. 1168 (HUFU, VIC); Uberlândia, Clube Caça e Pesca Itororó, 01 - IX- 1995, Lenza, E. O. & Barbosa, A. A. A. 51 (HUFU, VIC); 10 - V- 1996, Lenza, E. O. & Barbosa, A. A. A. 428 (HUFU, VIC); Estação Ecológica do Panga, 14 - V- 2010, Franca, R. O. 47 (HUFU, VIC); Reserva do Clube Caça e Pesca Itororó, 07 - VIII- 2007, Loeuille, B. et al. 307 (HUFU); SÃO PAULO, Altinópolis, Morro do Forno, 03 - IX- 1993, Marcondes-Ferreira, W. et al. 672 (HUFU); Mogi Guaçu, Fazenda Campininha, 5,1 Km NW de Pádua Sales, 23 - IX- 1960, Mattos, J. R. & Mattos, N. F. 8361 (SP); 22 - VI- 1977, Kirizawa, M. 114 (SP); martinho prado, Reserva Biológica da Fazenda Campininha, 24 - VI- 1980, Mantovani, W. 815 (SP, VIC); 06 - VIII- 1980, Mantovani, W. 912 (SP, VIC); reserva florestal, Fazenda Campininha, perto de Pádua Sales, perto da torre, 02 - IX- 1965, Mattos, J. R. 12495 (SP); Pedregulho, Parque Estadual das Furnas do Bom Jesus, próximo à sede, 20 - VI- 2003, Sasaki, D. et al. 572 (HUFU); Santa Rita do Passa Quatro, ARIE Cerrado Pé-de-Gigante, 04 - IX- 1995, Batalha, M. A. 717 (SP).	fr	Lorencini, Tiago Silva, Okano, Rita Maria de Carvalho, Gonçalves, Ana Paula Santos, Nakajima, Jimi Naoki (2017): Estudos taxonômicos do gênero Echinocoryne H. Rob. (Asteraceae, Vernonieae) no Brasil. Iheringia, Série Botânica 72 (1): 16-32, DOI: 10.21826/2446-8231201772103, URL: http://dx.doi.org/10.21826/2446-8231201772103
E23FAA2BFFEBB677FF4AFA533F6D5BD9.taxon	description	(Figs. 6 A-K) Erva 0,2 - 0,8 m alt. Caule cilíndrico ou achatado, ereto, simples ou ramificado, seríceo. Folha membranácea, linear-lanceolada ou lanceolada, 23 - 100 x 6,8 - 28 mm, ápice agudo, margem inteira ou esparsamente aculeada, plana ou levemente revoluta, base atenuada, face abaxial verde pálido ou verde-acinzentado, esparso ou moderadamente griseo-serícea, face adaxial verde-amarelado ou verde escura, glabrescente ou esparsamente griseo-serícea, camptódroma. Capitulescência laxa; brácteas foliáceas lineares, linear-lanceoladas ou lanceoladas, 6 - 60 x 0,7 - 8,8 mm. Capítulos 3 - 80, 12,4 - 19,4 x 9 - 25,3 mm; pedúnculo 16 - 146 mm compr., moderadamente griseo-seríceo; invólucro com 80 - 394 brácteas involucrais, em 4 - 7 - séries, subuladas, internas 8 - 13,5 x 1 - 1,5 mm, externas 2 - 3,5 x 0,2 - 0,6 mm, ápice longamente acuminado, vináceo, margem laciniada, base verde clara, dorsalmente glabrescente. Flores 40 - 213 por capítulo; corola 7,5 - 14 mm compr., lacínios 1,5 - 2,5 mm compr.; anteras 1,8 - 2,2 mm compr.; ramos do estilete 0,8 - 1,5 mm compr. Cipsela 1,2 - 3,2 mm compr., densamente serícea. Papus com série externa 0,8 - 1,2 mm compr., série interna 5 - 7 mm compr.	fr	Lorencini, Tiago Silva, Okano, Rita Maria de Carvalho, Gonçalves, Ana Paula Santos, Nakajima, Jimi Naoki (2017): Estudos taxonômicos do gênero Echinocoryne H. Rob. (Asteraceae, Vernonieae) no Brasil. Iheringia, Série Botânica 72 (1): 16-32, DOI: 10.21826/2446-8231201772103, URL: http://dx.doi.org/10.21826/2446-8231201772103
E23FAA2BFFEBB677FF4AFA533F6D5BD9.taxon	distribution	Distribuição geográfica: Goiás, Minas Gerais e Tocantins (Rivera 2006, Soares & Dematteis 2012). E. subulata ocorre no domínio do Cerrado, nas seguintes fitofisionomias: campo rupestre, campo sujo e floresta de galeria. Coletada com flores e frutos entre março a junho.	fr	Lorencini, Tiago Silva, Okano, Rita Maria de Carvalho, Gonçalves, Ana Paula Santos, Nakajima, Jimi Naoki (2017): Estudos taxonômicos do gênero Echinocoryne H. Rob. (Asteraceae, Vernonieae) no Brasil. Iheringia, Série Botânica 72 (1): 16-32, DOI: 10.21826/2446-8231201772103, URL: http://dx.doi.org/10.21826/2446-8231201772103
E23FAA2BFFEBB677FF4AFA533F6D5BD9.taxon	description	Comentários: Echinocoryne subulata é a única espécie do gênero que apresenta hábito tipicamente herbáceo, com folhas membranáceas, planas ou levemente revolutas, glabrescentes e brácteas involucrais subuladas. Este conjunto de características distingue E. subulata das demais espécies do gênero. Baker (1873) e Hind (2003) mencionaram cerca de 40 flores por capítulo para esta espécie. Neste estudo o número de flores observado variou de 40 a 213. Dentre as espécies do gênero, E. subulata e E. echinocephala apresentam as maiores dimensões de capítulos e os maiores números de brácteas involucrais. A pilosidade dos lacínios da corola, embora tenha sido mencionado como ausente por Baker (1873) e corroborado por Robinson (1987), neste estudo, foi observado pilosidade esparsa e setosa, característica esta observada também por Hind (2003).	fr	Lorencini, Tiago Silva, Okano, Rita Maria de Carvalho, Gonçalves, Ana Paula Santos, Nakajima, Jimi Naoki (2017): Estudos taxonômicos do gênero Echinocoryne H. Rob. (Asteraceae, Vernonieae) no Brasil. Iheringia, Série Botânica 72 (1): 16-32, DOI: 10.21826/2446-8231201772103, URL: http://dx.doi.org/10.21826/2446-8231201772103
E23FAA2BFFEBB677FF4AFA533F6D5BD9.taxon	materials_examined	Material examinado: BRASIL, GOIÁS, ca. 27 km sulde Paraíso, 23 - III- 1968, Irwin, H. S. et al. s / no (UB- 39998); córrego Itaquera, 30 km norte de Formosa, 02 - V- 1966, Irwin, H. S. et al. s / no (SP- 103129, UB- 400000); near Porto Imperial, Burchell, W. J. 8751 (holótipo K; isótipos NY, P); Serra do Morcego, Córrego Estrema, 35 km NW Formosa, Irwin, H. S. et al. s / no (UB- 39999); Formosa, Rio Tiquiri, 25 - V- 1967, Heringer, E. P. 11450 (UB); MINAS GERAIS, Diamantina, Serra do Espinhaço, 18 Km leste de Diamantina, 20 - III- 1970, Irwin, H. S. et al. s / no (SP- 121735, UB- 39997, RB- 154832); TOCANTINS, estrada Mateiros / Ponte Alta, à 45 km do Rio Novo, 07 - V- 2001, Milhomens, L. C. & Farias, R. 187 (UB); Almas, RPPN Fazenda Minehaha, na direção do córrego Baixa Grande, 21 - IV- 2004, Felfiti, J. M. et al. 571 (RB); Goiatins, estrada Graçolândia / Itacajá, Km 10, 04 - V- 2009, Pereira-Silva, G. et al. 14410 (CEN, VIC); Mateiros, 10 - V- 2001, Soares e Silva, L. H. et al. 2534 (UB); estrada de Mateiros em direção à Ponte Alta, 08 - V- 2001, Simon, M. F. et al. 402 (UB); região do Jalapão, 04 - V- 2001, Sampaio, A. B. et al. 426 (UB); 06 - V- 2001, Simpson, P. L. & Sampaio, A. B. 49 (UB); Ponte Alta do Tocantins, Porcos, Jalapão, 27 - V- 2008, Cordeiro, J. et al. 2744 (MBM).	fr	Lorencini, Tiago Silva, Okano, Rita Maria de Carvalho, Gonçalves, Ana Paula Santos, Nakajima, Jimi Naoki (2017): Estudos taxonômicos do gênero Echinocoryne H. Rob. (Asteraceae, Vernonieae) no Brasil. Iheringia, Série Botânica 72 (1): 16-32, DOI: 10.21826/2446-8231201772103, URL: http://dx.doi.org/10.21826/2446-8231201772103
