identifier	taxonID	type	CVterm	format	language	title	description	additionalInformationURL	UsageTerms	rights	Owner	contributor	creator	bibliographicCitation
D3064A65FF87FFA9FF7B2B9DDEECFAE2.text	D3064A65FF87FFA9FF7B2B9DDEECFAE2.taxon	http://purl.org/dc/dcmitype/Text	http://rs.tdwg.org/ontology/voc/SPMInfoItems#GeneralDescription	text/html	pt	Jaumea Pers., Syn. Pl.	<div><p>1 Jaumea Pers., Syn. Pl. [Persoon] 2(2): 397. 1807.</p> <p>Ervas perenes ou subarbustos decumbentes, glabros. Folhas opostas, inteiras, lâminas lineares a cilíndricas, suculentas. Capítulos radiados ou discoides, terminais, solitários, pedunculados. Invólucro cilíndrico a campanulado; brácteas involucrais em 3-4 séries graduais, herbáceas, suculentas. Receptáculo cônico, sem páleas. Flores do raio, quando presentes, com corola amarela, ápice levemente trilobado. Flores do disco tubulosas, corola amarela, glabra, lobos espessados. Apêndices apicais da antera ovalados ou deltados, glabros, base obtusa. Ramos do estilete curtos, com ápice deltóide, papiloso. Cipselas cilíndricas, conspicuamente estriadas, estreitadas na base, pretas ou marrons, glabras, carpopódio curto, cilíndrico. Pápus com várias aristas ou ausente.</p> <p>Jaumea compreende duas espécies (Panero 2007b): uma norte-americana, Jaumea carnosa (Less.) A.Gray, distribuída pela costa oeste dos Estados Unidos e noroeste do México e uma sul-americana, Jaumea linearifolia (Juss.) DC., com ocorrência na Argentina, no Uruguai e no sul do Brasil (Rio Grande do Sul).</p> </div>	https://treatment.plazi.org/id/D3064A65FF87FFA9FF7B2B9DDEECFAE2	Public Domain	No known copyright restrictions apply. See Agosti, D., Egloff, W., 2009. Taxonomic information exchange and copyright: the Plazi approach. BMC Research Notes 2009, 2:53 for further explanation.		Plazi	Carneiro, Camila Rezendo;Ritter, Mara Rejane	Carneiro, Camila Rezendo, Ritter, Mara Rejane (2019): A tribo Tageteae (Asteraceae) no sul do Brasil. Iheringia, Série Botânica 73 (2): 114-134, DOI: 10.21826/2446-8231201873204, URL: http://dx.doi.org/10.21826/2446-8231201873204
D3064A65FF87FFAFFCF92CFFDEE3F9E2.text	D3064A65FF87FFAFFCF92CFFDEE3F9E2.taxon	http://purl.org/dc/dcmitype/Text	http://rs.tdwg.org/ontology/voc/SPMInfoItems#GeneralDescription	text/html	pt	Porophyllum Guett., Hist. Acad. Roy. Sci. Mem. Math. Phys.	<div><p>2 Porophyllum Guett., Hist. Acad. Roy. Sci. Mem. Math. Phys. (Paris, 4°) 1750: 377. 1754.</p> <p>Ervas, subarbustos ou arbustos, anuais ou perenes, geralmente glabras, fortemente aromáticas, homoicas ou ginodioicas. Folhas simples, inteiras, alternas, opostas ou ambas, pecioladas ou sésseis, lâmina ampla a filiforme, com glândulas oleíferas translúcidas ao longo da margem e às vezes também dispersas pelo limbo. Capítulos discoides, homógamos, terminais, pedunculados, solitários ou em cimeiras corimbiformes ou paniculiformes. Invólucro cilíndrico ou campanulado, unisseriado, 5-9 brácteas involucrais livres ou fusionadas apenas na base, glândulas lineares em duas séries longitudinais dispostas no centro da bráctea. Receptáculo plano ou levemente convexo. Flores monoclinas ou pistiladas (nunca com os dois tipos no mesmo indivíduo), corola tubulosa estreita, actinomórfica, amarelada, esverdeada ou arroxeada, pentalobada, ápices dos lobos da corola alargados. Anteras com apêndices apicais agudos e apêndices basais obtusos ou sagitados. Estilete com ramos longos, afilados, papilosos, recurvados. Cipselas fusiformes, estreitas, estriadas, marrons ou negras, puberulentas ou hispidulosas, raramente glabras, carpopódio asssimétrico (Roque &amp; Bautista, 2008). Pápus com numerosas cerdas livres, amareladas, arroxeadas ou avermelhadas.</p> <p>Porophyllum é um gênero americano, distribuído do sudeste dos Estados Unidos até o centro da Argentina (Petenatti &amp; Ariza-Espinar 1997), apresentando atualmente cerca de 30 espécies (Panero 2007b). No Brasil existem nove espécies (Carneiro, C.R. 2018). Cabrera (1974) cita quatro espécies para o sul do Brasil, embora Petenatti &amp; Ariza-Espinar (1997) apontem a ocorrência de mais uma, Porophyllum angustissimum Gardner. Nesse trabalho, essas cinco espécies são confirmadas, somando-se a elas mais duas: uma delas restabelecida, Porophyllum curticeps Malme, e outra descrita recentemente por Carneiro et al. (2014), Porophyllum spathulatum C.R.Carneiro &amp; A.A.Schneid.</p> <p>A única revisão taxonômica do gênero é a de Jonhson (1969), embora, como apontam Petenatti &amp; Ariza-Espinar (1997), as espécies sul-americanas não tenham sido satisfatoriamente resolvidas. O centro de distribuição e provável centro de origem é o México ou América Central, segundo Jonhson (1969), porém essa hipótese precisa ser testada com estudos evolutivos e biogeográficos. As características que, em conjunto, separam Porophyllum de outros gêneros a ele relacionados são a presença de capítulos discoides, pápus cerdoso e folhas bem desenvolvidas.</p> <p>Embora o número de brácteas involucrais possa variar de 5 a 9 no gênero, as espécies que ocorrem na área de estudo apresentam sempre 5. Além disso, todas essas, com exceção de Porophyllum ruderale (Jacq.) Cass., são ginodioicas. A ginodioicia em Porophyllum é pouco conhecida e, após a constatação de que esse sistema sexual ocorre em quase todas as espécies presentes na área de estudo, verificou-se que apenas na Flora Fanerogâmica Argentina (Petenatti &amp; Ariza-Espinar 1997) esse assunto foi tratado, com esse sistema sexual sendo citado para algumas espécies do gênero.</p> </div>	https://treatment.plazi.org/id/D3064A65FF87FFAFFCF92CFFDEE3F9E2	Public Domain	No known copyright restrictions apply. See Agosti, D., Egloff, W., 2009. Taxonomic information exchange and copyright: the Plazi approach. BMC Research Notes 2009, 2:53 for further explanation.		Plazi	Carneiro, Camila Rezendo;Ritter, Mara Rejane	Carneiro, Camila Rezendo, Ritter, Mara Rejane (2019): A tribo Tageteae (Asteraceae) no sul do Brasil. Iheringia, Série Botânica 73 (2): 114-134, DOI: 10.21826/2446-8231201873204, URL: http://dx.doi.org/10.21826/2446-8231201873204
D3064A65FF8BFFA5FF7B2A04DEFBF802.text	D3064A65FF8BFFA5FF7B2A04DEFBF802.taxon	http://purl.org/dc/dcmitype/Text	http://rs.tdwg.org/ontology/voc/SPMInfoItems#GeneralDescription	text/html	pt	Tagetes	<div><p>3 Tagetes L., Sp. Pl. 2: 887. 1753.</p> <p>Ervas, subarbustos ou arbustos, anuais ou perenes, glabros ou glabrescentes. Folhas opostas, geralmente pinatissectas, às vezes inteiras, contorno linear a lanceolado, glândulas dispersas pelo limbo. Capítulos normalmente radiados, pedunculados, terminais, solitários ou em cimeiras paniculiformes ou corimbiformes, laxas ou congestas. Invólucro cilíndrico, fusiforme ou campanulado; brácteas involucrais 3-10, uma série, fusionadas exceto pelo ápice, duas fileiras longitudinais de glândulas alongadas ou puntiformes. Receptáculo plano ou cônico, alveolado. Flores do raio geralmente presentes, unisseriadas, limbo geralmente amarelo ou laranja, raramente branco, ápice bilobado ou trilobado. Flores do disco monoclinas, corola tubulosa, cilíndrica, pentalobada, lobos triangulares ou lanceolados. Antera com base obtusa ou arredondada, apêndice do conetivo lanceolado ou ovalado. Ramos do estilete com ápice agudo, deltado ou truncado, papiloso. Cipselas fusiformes, às vezes comprimidas, escuras, glabras ou com tricomas curtos. Pápus com 3-10 páleas, tamanhos desiguais, uma ou algumas longas e aristiformes, as demais curtas e escamiformes.</p> <p>Gênero com cerca de 45 espécies, nativo da América tropical e subtropical, distribuindo-se do sul dos Estados Unidos e México até o norte da Patagônia na Argentina (Petenatti &amp; Ariza-Espinar 1997),.</p> <p>Na área de estudo ocorrem duas espécies nativas: Tagetes minuta L., espécie ruderal de ampla distribuição na América do Sul, e Tagetes osteni Hicken, recentemente citada para o Brasil e anteriormente considerada endêmica do Uruguai. Existem ainda duas espécies exóticas cultivadas, Tagetes erecta L. e Tagetes patula L., popularmente conhecidas como “cravo-de-defunto”.</p> </div>	https://treatment.plazi.org/id/D3064A65FF8BFFA5FF7B2A04DEFBF802	Public Domain	No known copyright restrictions apply. See Agosti, D., Egloff, W., 2009. Taxonomic information exchange and copyright: the Plazi approach. BMC Research Notes 2009, 2:53 for further explanation.		Plazi	Carneiro, Camila Rezendo;Ritter, Mara Rejane	Carneiro, Camila Rezendo, Ritter, Mara Rejane (2019): A tribo Tageteae (Asteraceae) no sul do Brasil. Iheringia, Série Botânica 73 (2): 114-134, DOI: 10.21826/2446-8231201873204, URL: http://dx.doi.org/10.21826/2446-8231201873204
