identifier	taxonID	type	CVterm	format	language	title	description	additionalInformationURL	UsageTerms	rights	Owner	contributor	creator	bibliographicCitation
696387DD500B6F4CFF7908E5FCF72C21.text	696387DD500B6F4CFF7908E5FCF72C21.taxon	http://purl.org/dc/dcmitype/Text	http://rs.tdwg.org/ontology/voc/SPMInfoItems#GeneralDescription	text/html	pt	Tulcoides tibialis R. 2009	<div><p>Tulcoides tibialis sp. nov.</p> <p>(Fig. 1)</p> <p>Etimologia: Latim, tibialis = da tíbia, alusivo às metatíbias muito alargadas.</p> <p>Macho: Cabeça com tegumento avermelhado revestido por pubescência amarelada. Lobos oculares superiores tão distantes entre si quanto pouco mais da largura de um lobo. Lobos oculares inferiores mais longos do que as genas. Antenas atingem a ponta dos élitros na extremidade do antenômero VIII. Escapo com pubescência amarelada na base, mais acastanhada na clava; o ápice ultrapassa o meio do protórax. Flagelômeros amarelados com o ápice largamente acastanhado.</p> <p>Protórax levemente tronco-cônico revestido por pubescência amarelada. Pronoto com duas gibosidades grandes e pouco aparentes. Mancha de pubescência mais concentrada no limite das partes laterais do pronoto; alguns pontos grossos no centro junto à margem posterior.</p> <p>Élitros revestidos por pubescência variegada de avermelhado e esbranquiçado, com vestígio de faixa oblíqua de pubescência amarelo-esbranquiçada no meio. Carena umeral curta.</p> <p>Face ventral revestida por pubescência amarelada.</p> <p>Procoxas com projeção unciforme. Fêmures com tegumento castanho-avermelhado. Metatíbias fortemente alargadas; face externa com depressão larga.</p> <p>Dimensões, em mm, holótipo macho: Comprimento total, 9,0; comprimento do protórax, 1,7; largura do protórax na base, 2,6; comprimento do élitro 6,1; largura umeral, 4,0.</p> <p>Material-tipo: Holótipo macho foi emprestado e retornou para o MZUSP sem etiqueta de procedência. Discussão: Tulcoides tibialis sp. nov. distingue-se de Tulcoides pura Martins &amp; Galileo, 1990 pelos lobos oculares inferiores mais longos que as genas; pelas antenas relativamente curtas, atingem a extremidade dos élitros na extremidade do antenômero VIII; pelo padrão de colorido dos élitros com a faixa central de pubescência esbranquiçada ainda menos aparente</p> <p>Em T. pura os lobos oculares inferiores são mais curtos que as genas, as antenas são longas, com quase o dobro do comprimento do corpo; élitros têm a faixa central de pubescência esbranquiçada pouco mais aparente.</p> </div>	https://treatment.plazi.org/id/696387DD500B6F4CFF7908E5FCF72C21	Public Domain	No known copyright restrictions apply. See Agosti, D., Egloff, W., 2009. Taxonomic information exchange and copyright: the Plazi approach. BMC Research Notes 2009, 2:53 for further explanation.		Pensoft via Plazi	Martins, Ubirajara R.;Galileo, Maria Helena M.	Martins, Ubirajara R., Galileo, Maria Helena M. (2009): Onciderini (Coleoptera, Cerambycidae, Lamiinae): notas, descrições, novas combinações e chave para grupo de espécies de TRACHYSOMUS. Papéis Avulsos de Zoologia 49 (13): 151-161, DOI: 10.1590/S0031-10492009001300001, URL: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0031-10492009001300001&lng=pt&tlng=pt
696387DD500B6F4EFC880805FDC22FA1.text	696387DD500B6F4EFC880805FDC22FA1.taxon	http://purl.org/dc/dcmitype/Text	http://rs.tdwg.org/ontology/voc/SPMInfoItems#GeneralDescription	text/html	pt	Tulcus Dillon & Dillon, 1945 e Charoides Dillon & Dillon 1945	<div><p>Tulcus Dillon &amp; Dillon, 1945</p> <p>Tulcus Dillon &amp; Dillon, 1945: 50; Monné, 2005: 599 (cat.)</p> <p>Charoides Dillon &amp; Dillon, 1945: 55; Monné, 2005: 540 (cat.). Syn. nov.</p> <p>Dillon &amp; Dillon (1945) descreveram Tulcus para Hypsioma amazonica Thomson, 1860 (espécie-tipo do gênero) que acreditamos não chegaram a conhecê-la. O exame de fotografia do síntipo de H. amazonica Bezark (2008) revelou que a espécie de Thomson, na realidade, é congenérica com as espécies hoje inseridas em Charoides. Consequentemente, por prioridade de páginas, Tulcus tem prioridade sobre Charoides.</p> <p>Uma das características de Charoides é o tarsômero V com tegumento bicolor. Na descrição original de H. amazonica, lê-se: “tarsorum art. ultimus flavus, apice niger” (Thomson, 1860: 119). Dillon &amp; Dillon (1945) ao proporem Tulcus para H. amazonica não descreveram os tarsômeros V e julgamos que examinaram espécie diferente.</p> <p>O gênero Tulcus fica com a seguinte composição:</p> <p>T. amazonicus (Thomson, 1860:119)</p> <p>T. crudus (Erichson, 1847:148) comb. nov.</p> <p>T. distinctus (Dillon &amp; Dillon, 1945:77) comb. nov.</p> <p>T. fulvofasciatus (Dillon &amp; Dillon, 1945:74) comb. nov.</p> <p>T. hebes (Dillon &amp; Dillon, 1945:59) comb. nov.</p> <p>T. liturus (Dillon &amp; Dillon, 1945:62) comb. nov.</p> <p>T. lycimnius (Dillon &amp; Dillon, 1945:72) comb. nov.</p> <p>T. obliquefasciatus (Dillon &amp; Dillon, 1952:61) comb. nov.</p> <p>T. paganus (Pascoe, 1859:35) comb. nov.</p> <p>T. pallidus (Dillon &amp; Dillon, 1945:69) comb. nov.</p> <p>T. pepoatus Martins &amp; Galileo, 1996:296) comb. nov.</p> <p>T. picticornis (Bates, 1865:111) comb. nov.</p> <p>T. pigrus (Martins &amp; Galileo, 1990:62) comb. nov.</p> <p>T. pullus (Dillon &amp; Dillon, 1945:65) comb. nov.</p> <p>T. signaticorne (Thomson, 1868:48) comb. nov.</p> <p>T. somus (Dillon &amp; Dillon, 1945:67) comb. nov.</p> <p>T. subfasciatus (Thomson, 1860:118) comb. nov.</p> <p>T. thysbe (Dillon &amp; Dillon, 1945:68) comb. nov.</p> <p>T. tigrinatus (Thomson, 1868:49) comb. nov.</p></div> 	https://treatment.plazi.org/id/696387DD500B6F4EFC880805FDC22FA1	Public Domain	No known copyright restrictions apply. See Agosti, D., Egloff, W., 2009. Taxonomic information exchange and copyright: the Plazi approach. BMC Research Notes 2009, 2:53 for further explanation.		Pensoft via Plazi	Martins, Ubirajara R.;Galileo, Maria Helena M.	Martins, Ubirajara R., Galileo, Maria Helena M. (2009): Onciderini (Coleoptera, Cerambycidae, Lamiinae): notas, descrições, novas combinações e chave para grupo de espécies de TRACHYSOMUS. Papéis Avulsos de Zoologia 49 (13): 151-161, DOI: 10.1590/S0031-10492009001300001, URL: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0031-10492009001300001&lng=pt&tlng=pt
696387DD50096F4EFF780B85FC3C2CFE.text	696387DD50096F4EFF780B85FC3C2CFE.taxon	http://purl.org/dc/dcmitype/Text	http://rs.tdwg.org/ontology/voc/SPMInfoItems#GeneralDescription	text/html	pt	Tulcus diaphorus R. 2009	<div><p>Tulcus diaphorus sp. nov.</p> <p>(Fig. 2)</p> <p>Etimologia: Grego, diaphoros = diferente.</p> <p>Cabeça com tegumento castanho revestido por pubescência acastanhada e amarelada. Fronte com duas máculas de pubescência amarelada nos lados do meio. Lobos oculares inferiores mais curtos que as genas. Escapo com pubescência amarelada e preta na clava. Antenômero III com a metade basal de tegumento amarelado a alaranjado e a metade apical preta; demais flagelômeros com pelo menos o terço basal alaranjado e o restante preto.</p> <p>Protórax sem tubérculo lateral. Pubescência pronotal com numerosas manchas castanhas pequenas, fundo amarelo. Pronoto com uma gibosidade a cada lado muito pouco aparente. Esternos torácicos com pubescência amarelada mais esbranquiçada no centro do metasterno. Processo prosternal com quilha transversal.</p> <p>Élitros com a base revestida por pubescência predominantemente acastanhada e mesclada por pubescência amarelada, delimitada posterior e obliquamente por faixa larga de pubescência predominantemente esbranquiçada, que lateralmente vai de pouco atrás do tubérculo umeral até o terço apical; terço apical variegado de pubescência acastanhada e amarelada.</p> <p>Meso- e metafêmures revestidos por pubescência amarelada com anéis pouco contrastantes de tegumento acastanhado: um central e outro anteapical. Meso- e metatíbias com anel central de pubescência amarelada.</p> <p>Urosternitos I e II com tegumento preto no centro e o restante revestido por pubescência esparsa amarelada; urosternitos III e IV revestidos por pubescência amarelada; urosternito V com duas manchas de pubescência amarelada.</p> <p>Dimensões, em mm, holótipo macho: Comprimento total, 18,6; comprimento do protórax, 3,2; largura do protórax na base, 5,0; comprimento do élitro 14,1; largura umeral, 8,2.</p> <p>Material-tipo: Holótipo macho, BOLÍVIA, Santa Cruz: Reserva Natural Potrelillo de Guendá (Snake Farm, 17°40,26’S, 63°27,43’, 400 m), 16-22. V.2006, Wappes, Nearns &amp; Eya col. (MNKM); Parátipos: BOLÍVIA, Santa Cruz: Buenavista (Hotel Flora &amp; Fauna, 4,6 km SSE), fêmea, 1-8.XI.2002, J.E. Wappes col. (ACMT); Buenavista (4,6 km SSE), fêmea, 21-25. XII.2003, R. Clarke col. (ACMT); (370 m), fêmea, 14-27.I.2007, Wappes &amp; Lingafelter col. (MZUSP).</p> <p>Discussão: Pela presença de elevação no processo prosternal e ausência de tubérculos nos lados do protórax Tulcus diaphorus sp. nov. assemelha-se a T. somus (Dillon &amp; Dillon, 1945) e T. thysbe (Dillon &amp; Dillon, 1945). Distingue-se de ambas pelo padrão de colorido dos élitros com larga faixa central de pubescência esbranquiçada e pelo pronoto com pubescência mesclada de castanho e amarelo.</p> </div>	https://treatment.plazi.org/id/696387DD50096F4EFF780B85FC3C2CFE	Public Domain	No known copyright restrictions apply. See Agosti, D., Egloff, W., 2009. Taxonomic information exchange and copyright: the Plazi approach. BMC Research Notes 2009, 2:53 for further explanation.		Pensoft via Plazi	Martins, Ubirajara R.;Galileo, Maria Helena M.	Martins, Ubirajara R., Galileo, Maria Helena M. (2009): Onciderini (Coleoptera, Cerambycidae, Lamiinae): notas, descrições, novas combinações e chave para grupo de espécies de TRACHYSOMUS. Papéis Avulsos de Zoologia 49 (13): 151-161, DOI: 10.1590/S0031-10492009001300001, URL: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0031-10492009001300001&lng=pt&tlng=pt
696387DD50096F49FCA70945FDFE2D81.text	696387DD50096F49FCA70945FDFE2D81.taxon	http://purl.org/dc/dcmitype/Text	http://rs.tdwg.org/ontology/voc/SPMInfoItems#GeneralDescription	text/html	pt	Bucoides montana R. 2009	<div><p>Bucoides montana sp. nov.</p> <p>(Fig. 3)</p> <p>Etimologia: Latim, montis = montanha, alusivo à localidade-tipo.</p> <p>Tegumento corporal castanho, mais avermelhado nos élitros e nos fêmures. Fronte revestida por pubescência amarelada. Lobos oculares superiores pouco mais distantes ente si quanto a largura de um lobo. Lobos oculares inferiores apenas mais curtos que as genas. Tubérculos anteníferos verticais e projetados. Antenas atingem o ápice dos élitros no ápice do antenômero VII. Escapo longo com clava esbelta. Antenômero III bissinuoso, com tegumento castanho-escuro e pubescência esbranquiçada na metade basal. Antenômeros IV a XI com pubescência esbranquiçada na base.</p> <p>Protórax tronco-cônico com revestimento de pubescência amarelada. Pronoto com duas gibosidades a cada lado do meio no nível do terço anterior e distinta elevação longitudinal no centro do terço posterior. Pontuação esparsa.</p> <p>Élitros cobertos por pubescência amarelada mesclada de castanho e branco; na metade apical, a pubescência esbranquiçada é mais longa e organizada em algumas linhas longitudinais indistintas e sinuosas. Úmeros projetados sem carena posterior. Pontuação da base dos élitros com pontos maiores e levemente ásperos.</p> <p>Face ventral revestida por pubescência branco-amarelada. Procoxas com gancho longo e curvo. Fêmures revestidos por pubescência amarelada. Metatíbias alargadas. Metatarsômero V unicolor.</p> <p>Dimensões, em mm, holótipo macho: Comprimento total, 15,4; comprimento do protórax, 2,7; largura do protórax na base, 3,8; comprimento do élitro, 11,5; largura umeral, 6,3.</p> <p>Material-tipo: HolótipoMacho, BRASIL, MinasGerais: Santa Bárbara (Serra do Caraça, 1.380 m), XI.1961, Kloss, Lenko, Martins &amp; Silva col. (MZUSP).</p> <p>Discussão: O gênero Bucoides Dillon &amp; Dillon, 1945 contava com duas espécies: B. erichsoni Martins, 1979 = Bucoides egens Dillon &amp; Dillon, 1945 non Hypsioma egens Erichson, 1847 e B. exotica Martins &amp; Galileo, 1990. Bucoides montana sp. nov. assemelha-se a B. exotica pela pubescência elitral quase uniforme e difere pelo tegumento unicolor dos flagelômeros, pelos úmeros não transversais e pela pubescência dos élitros esbranquiçada e organizada em algumas linhas longitudinais sinuosas e indistintas.</p> <p>O aspecto geral de Bucoides montana lembra o de Hypsioma charila Dillon &amp; Dillon, 1945 da qual difere pela ausência de crista centro-basal nos élitros e pelos úmeros não seguidos por carena.</p> </div>	https://treatment.plazi.org/id/696387DD50096F49FCA70945FDFE2D81	Public Domain	No known copyright restrictions apply. See Agosti, D., Egloff, W., 2009. Taxonomic information exchange and copyright: the Plazi approach. BMC Research Notes 2009, 2:53 for further explanation.		Pensoft via Plazi	Martins, Ubirajara R.;Galileo, Maria Helena M.	Martins, Ubirajara R., Galileo, Maria Helena M. (2009): Onciderini (Coleoptera, Cerambycidae, Lamiinae): notas, descrições, novas combinações e chave para grupo de espécies de TRACHYSOMUS. Papéis Avulsos de Zoologia 49 (13): 151-161, DOI: 10.1590/S0031-10492009001300001, URL: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0031-10492009001300001&lng=pt&tlng=pt
696387DD500E6F49FE9809A5FC41281E.text	696387DD500E6F49FE9809A5FC41281E.taxon	http://purl.org/dc/dcmitype/Text	http://rs.tdwg.org/ontology/voc/SPMInfoItems#GeneralDescription	text/html	pt	Hesychotypa balia R. 2009	<div><p>Hesychotypa balia sp. nov.</p> <p>(Fig. 4)</p> <p>Etimologia: Grego, balios = manchado, alusivo ao padrão de colorido dos élitros.</p> <p>Tegumento corporal e dos apêndices castanho-escuro e preto. Fronte com pubescência amarelada, mais ou menos concentrada. Lobos oculares inferiores (1,5 mm) mais longos que as genas (1,0 mm). Tubérculos anteníferos agudos, curvos e muito projetados. Antenas unicolores, com o dobro do comprimento do corpo, atingem o ápice dos élitros aproximadamente na ponta do artículo V. Escapo com rugas grosseiras no lado externo da base.</p> <p>Lados do protórax com dois tubérculos arredondados no ápice, o posterior mais manifesto. Pronoto com pubescência amarelada entremeada por manchas e faixas longitudinais, de pubescência castanho-escura, das quais a mais conspícua é uma faixa a cada lado que vai da base ao ápice. Escutelo acastanhado.</p> <p>Élitros castanho-escuros revestidos por pubescência preta entremeada por inúmeras manchas pequenas de pubescência amarelada por vezes fundidas entre si; pouco atrás do meio as manchas amareladas são interrompidas por uma faixa descontínua, estreita e transversal de pubescência acastanhada; na região anteapical as manchas são mais escassas e espalhadas. Úmeros bem projetados. Pontuação evidente nas áreas pretas.</p> <p>Fêmures com pubescência amarelada, esparsa e concentrada em anel no ápice. Profêmures fortemente rugosos no lado externo da metade basal. Tíbias com pubescência amarelada entremeada por pubescência acastanhada.</p> <p>Face ventral do corpo com pubescência predominantemente amarelada.</p> <p>Dimensões, em mm, holótipo macho: Comprimento total, 14,9; comprimento do protórax, 2,8; maior largura do protórax, 4,7; comprimento do élitro, 11,1; largura umeral, 6,5.</p> <p>Material-tipo: Holótipo macho, BOLÍVIA, Santa Cruz: Buenavista (Hotel Flora &amp; Fauna, 4,6 km SSE), 16-31.I.2003, R. Clarke col. (MNKM). Parátipos: ditto, fêmea, 15-26.II.2003, R. Clarke col. (ACMT); macho e fêmea, 1-15.III.2003, R. Clarke col. (MZUSP, MCNZ); macho, 17-30.IV.2003, R. Clarke col. (ACMT); macho e fêmea, 21-25.XII.2003, R. Clarke col. (ACMT).</p> <p>Discussão: Hesychotypa balia sp. nov. pertence ao pequeno grupo de espécies características pelos tubérculos anteníferos dos machos desenvolvidos e curvos, antenas dos machos com o dobro do comprimento do corpo, lados do protórax com duas gibosidades e élitros com numerosas manchas de pubescência amarelada ou alaranjada. H. turbida (Bates, 1880), procedente da América Central, difere de H. maculosa (Bates, 1865) e de H. balia sp. nov. por apresentar pubescência do protórax e dos élitros alaranjada e branca.</p> <p>H. balia sp. nov. distingue-se de H. maculosa pela pubescência amarelada do pronoto organizada em faixas longitudinais, pelos élitros com faixa descontínua, estreita, transversal de pubescência acastanhada entre as manchas amareladas atrás do meio. Em H. maculosa, do Amazonas (Brasil), o pronoto tem dez manchas pequenas de pubescência preta e as máculas amareladas dos élitros não são interrompidas por faixa acastanhada.</p> </div>	https://treatment.plazi.org/id/696387DD500E6F49FE9809A5FC41281E	Public Domain	No known copyright restrictions apply. See Agosti, D., Egloff, W., 2009. Taxonomic information exchange and copyright: the Plazi approach. BMC Research Notes 2009, 2:53 for further explanation.		Pensoft via Plazi	Martins, Ubirajara R.;Galileo, Maria Helena M.	Martins, Ubirajara R., Galileo, Maria Helena M. (2009): Onciderini (Coleoptera, Cerambycidae, Lamiinae): notas, descrições, novas combinações e chave para grupo de espécies de TRACHYSOMUS. Papéis Avulsos de Zoologia 49 (13): 151-161, DOI: 10.1590/S0031-10492009001300001, URL: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0031-10492009001300001&lng=pt&tlng=pt
696387DD500E6F48FCD90C25FE37289E.text	696387DD500E6F48FCD90C25FE37289E.taxon	http://purl.org/dc/dcmitype/Text	http://rs.tdwg.org/ontology/voc/SPMInfoItems#GeneralDescription	text/html	pt	Proplerodia piriana R. 2009	<div><p>Proplerodia piriana sp. nov.</p> <p>(Fig. 5)</p> <p>Etimologia: Tupi, piriana = listrado; alusivo às faixas de pubescência amarelada dos élitros.</p> <p>Macho: Fronte revestida por pubescência amarelo-esbranquiçada. Vértice com pubescência amarelada, mais concentrada atrás dos lobos oculares inferiores. Lobos oculares superiores tão distantes entre si quanto o dobro da largura de um lobo aproximadamente. Lobos oculares inferiores (0,8 mm) pouco mais longos que as genas (0,6 mm). Antenas dos machos alcançam a extremidade dos élitros na ponta do antenômero VI. Escapo com clava esbelta e tegumento mais enegrecido na base e avermelhado para o ápice. Flagelômeros avermelhado-claros.</p> <p>Protórax ligeiramente abaulado nos lados. Pronoto sem tubérculos, revestidos por pubescência amarelada e com alguns pontos no centro da metade posterior.</p> <p>Élitros com pubescência amarelada; cada um com onze faixas estreitas, longitudinais, de pubescência amarelada mais concentrada que vão da base até quase o ápice; as faixas III e V se unem no quarto apical e as faixas VII e IX unem-se pouco antes do ápice elitral; carena umeral muito curta.</p> <p>Face inferior do corpo com pubescência branco-amarelada. Fêmures com tegumento avermelhado, mais escurecidos para os ápices. Tíbias com tegumento avermelhado; mesotíbias levemente alargadas; metatíbias alargadas com depressão estreita ao longo de toda a face externa.</p> <p>Dimensões, em mm, holótipo macho: Comprimento total, 9,5; comprimento do protórax, 1,6; maior largura do protórax, 2,0; comprimento do élitro 7,0; largura umeral, 3,7.</p> <p>Material-tipo: Holótipo macho, BOLÍVIA, Santa Cruz: Buenavista (Hotel Flora &amp; Fauna, 4,6 km SSE), 22-25.X.2007, Galileo &amp; Martins col. (MNKM).</p> <p>Discussão: Proplerodia piriana sp. nov. distingue-se de P. goyana Martins &amp; Galileo, 1990 pelos lobos oculares pouco mais longos que as genas; pelas faixas longitudinais de pubescência amarelada dos élitros iniciadas desde a base; pelo sulco das metatíbias dos machos, raso, a partir do quarto basal.</p> <p>Em P. goyana os lobos oculares inferiores são tão longos quanto as genas; as faixas longitudinais de pubescência amarelada nos élitros ocorrem só na metade apical e o sulco das metatíbias dos machos é estreito, profundo e inicia-se no terço basal.</p> </div>	https://treatment.plazi.org/id/696387DD500E6F48FCD90C25FE37289E	Public Domain	No known copyright restrictions apply. See Agosti, D., Egloff, W., 2009. Taxonomic information exchange and copyright: the Plazi approach. BMC Research Notes 2009, 2:53 for further explanation.		Pensoft via Plazi	Martins, Ubirajara R.;Galileo, Maria Helena M.	Martins, Ubirajara R., Galileo, Maria Helena M. (2009): Onciderini (Coleoptera, Cerambycidae, Lamiinae): notas, descrições, novas combinações e chave para grupo de espécies de TRACHYSOMUS. Papéis Avulsos de Zoologia 49 (13): 151-161, DOI: 10.1590/S0031-10492009001300001, URL: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0031-10492009001300001&lng=pt&tlng=pt
696387DD500F6F48FF230CA5FECE295E.text	696387DD500F6F48FF230CA5FECE295E.taxon	http://purl.org/dc/dcmitype/Text	http://rs.tdwg.org/ontology/voc/SPMInfoItems#GeneralDescription	text/html	pt	Trachysomus Audinet-Serville 1835	<div><p>Trachysomus Audinet-Serville, 1835</p> <p>Trachysomus Audinet-Serville, 1835: 40; Monné, 2005: 594 (cat.)</p> </div>	https://treatment.plazi.org/id/696387DD500F6F48FF230CA5FECE295E	Public Domain	No known copyright restrictions apply. See Agosti, D., Egloff, W., 2009. Taxonomic information exchange and copyright: the Plazi approach. BMC Research Notes 2009, 2:53 for further explanation.		Pensoft via Plazi	Martins, Ubirajara R.;Galileo, Maria Helena M.	Martins, Ubirajara R., Galileo, Maria Helena M. (2009): Onciderini (Coleoptera, Cerambycidae, Lamiinae): notas, descrições, novas combinações e chave para grupo de espécies de TRACHYSOMUS. Papéis Avulsos de Zoologia 49 (13): 151-161, DOI: 10.1590/S0031-10492009001300001, URL: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0031-10492009001300001&lng=pt&tlng=pt
696387DD500F6F4AFCB40AC5FE362C01.text	696387DD500F6F4AFCB40AC5FE362C01.taxon	http://purl.org/dc/dcmitype/Text	http://rs.tdwg.org/ontology/voc/SPMInfoItems#GeneralDescription	text/html	pt	Trachysomus wappesi R. 2009	<div><p>Trachysomus wappesi sp. nov.</p> <p>(Fig. 6)</p> <p>Trachysomus surdus Martins &amp; Galileo, 2007: 134, fig. 8 non Dillon &amp; Dillon, 1946: 242, est. X, fig. 10.</p> <p>Etimologia: O epíteto é uma homenagem a James Wappes que muito contribui para o conhecimento da fauna cerambicidológica da Bolívia.</p> <p>Fêmea: Fronte com pubescência esparsa, ferrugínea e mais concentrada no lado interno dos lobos oculares. Vértice com duas manchas de pubescência preta e com pubescência esbranquiçada ao redor dos lobos oculares superiores. Antenas atingem o terço apical dos élitros. Escapo com pubescência alaranjada na região apical. Flagelômeros com anel basal de pubescência esbranquiçada.</p> <p>Protórax mais estreito na região central. Pronoto com faixa evidente de pubescência amarelo-alaranjada no meio. Partes laterais do pronoto com pubescência esbranquiçada, mais concentrada na base.</p> <p>Cada élitro com gibosidade centro-basal convexa e arredondada posteriormente. Sobre o friso sutural, da base ao quarto apical, com pubescência branca; do meio ao quarto apical, manchas irregulares pequenas de pubescência branca junto à sutura estendendo-se pouco para os lados em manchas mais evidentes. Para atrás do terço apical, uma faixa oblíqua e dois ramos posteriores longitudinais de pubescência preta. Tufo apical dos élitros com pêlos brancos na face dorsal e pretos e alaranjados inferiormente.</p> <p>Pro- e mesocoxas e centro do metasterno com pilosidade predominantemente alaranjada. Fêmures com anéis anteapical e apical de pubescência alaranjada. Tíbias com dois anéis, no meio e anteapical, de pubescência alaranjada. Urosternitos com pilosidade branca, bem aparente. Tarsômeros V com tegumento avermelhado.</p> <p>Dimensões, em mm, respectivamente holótipo fêmea: Comprimento total, 16,1; comprimento do protórax, 3,2; largura do protórax no meio, 4,0; comprimento do élitro, 11,8; largura umeral, 7,8.</p> <p>Material-tipo: Holótipo fêmea, TRINIDAD Y TOBAGO, Tobago: St. John Par (N de Speyside), 3.VII.1999, G.D. Edwards col., “ravine-ridge system” (ACMT).</p> <p>Discussão: Martins &amp; Galileo (2007: 134) trataram e figuraram uma espécie de Trachysomus, de Trinidad y Tobago, que julgaram erroneamente como T. surdus Dillon &amp; Dillon, 1946. Na realidade essa espécie é T. wappesi sp. nov. que descrevemos cima.</p> <p>T. wappesi distingue-se de T. surdus principalmente pelo tufo apical de pêlos alaranjados e pretos e pela presença de maior quantidade de manchas de pubescência branca junto da sutura na metade apical nos élitros. Em T. surdus descrita do Panamá, o tufo apical é de pêlos brancos (a maioria) na parte dorsal e as manchas brancas da metade apical dos élitros estão restritas às proximidades da sutura.</p> </div>	https://treatment.plazi.org/id/696387DD500F6F4AFCB40AC5FE362C01	Public Domain	No known copyright restrictions apply. See Agosti, D., Egloff, W., 2009. Taxonomic information exchange and copyright: the Plazi approach. BMC Research Notes 2009, 2:53 for further explanation.		Pensoft via Plazi	Martins, Ubirajara R.;Galileo, Maria Helena M.	Martins, Ubirajara R., Galileo, Maria Helena M. (2009): Onciderini (Coleoptera, Cerambycidae, Lamiinae): notas, descrições, novas combinações e chave para grupo de espécies de TRACHYSOMUS. Papéis Avulsos de Zoologia 49 (13): 151-161, DOI: 10.1590/S0031-10492009001300001, URL: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0031-10492009001300001&lng=pt&tlng=pt
696387DD500D6F4AFF480825FC562B7E.text	696387DD500D6F4AFF480825FC562B7E.taxon	http://purl.org/dc/dcmitype/Text	http://rs.tdwg.org/ontology/voc/SPMInfoItems#GeneralDescription	text/html	pt	Trachysomus clarkei R. 2009	<div><p>Trachysomus clarkei sp. nov.</p> <p>(Fig. 7)</p> <p>Etimilogia: O nome específico é uma homenagem a Robin Clarke coletor do holótipo.</p> <p>Macho: Tegumento corporal castanho-escuro e preto; tarsômeros V com tegumento alaranjado. Cabeça com pilosidade esparsa branco-amarelada; vértice com duas manchas de pubescência preta. Antenas atingem a ponta dos élitros. Escapo revestido por pubescência alaranjada entremeada por pêlos escamiformes brancos e afastados entre si. Antenômeros III e IV inteiramente pretos com franja de pêlos curtos e densos no lado inferior. Antenômeros V a XI com anel basal de pubescência esbranquiçada.</p> <p>Protórax mais estreito na região central. Parte central do pronoto com área losangular de pêlos escamiformes amarelados, pouco concentrados no meio. Uma faixa interrompida de pêlos escamiformes brancos no limite das partes laterais do protórax; uma mancha de pubescência preta a cada lado da base.</p> <p>Gibosidade basal dos élitros não escavada posteriormente. Sobre o friso sutural da metade ao quarto apical dos élitros, manchas irregulares pequenas de pubescência branca. No meio de cada élitro, uma faixa oblíqua, muito interrompida, de pubescência branca, seguida por manchas de pubescência preta, estreitas e longitudinais; no lado interno dos tufos apicais, uma outra faixa de pubescência branca, paralela à primeira; tufo apical de pêlos castanho-escuros entremeados por pêlos brancos.</p> <p>Lados dos esternos torácicos acastanhados; centro do mesosterno, metasterno e urosternitos com pubescência predominantemente alaranjada.</p> <p>Lados dos urosternitos II a IV com tufos de pêlos amarelados. Meso- e metatrocanteres com pêlos amarelados. Pro- e mesocoxas com pubescência predominantemente alaranjada. Fêmures pretos com pêlos escamiformes, brancos, muito esparsos.</p> <p>Fêmea: Antenas atingem o terço apical dos élitros.</p> <p>Dimensões, em mm, respectivamente holótipo macho/ parátipo fêmea: Comprimento total, 16,1/19,1; comprimento do protórax, 4,5/4,3; largura do protórax no meio, 5,3/5,1; comprimento do élitro, 16,7/13,7; largura umeral, 10,1/9,5.</p> <p>Material-tipo: Holótipo macho, BOLÍVIA, Santa Cruz: Buenavista (Hotel Flora &amp; Fauna, 5 km SSE, 17°29’96”S, 63°39’13”W, 440 m), XI-XII.2004, R. Clarke col. à luz UV / MV, (MNKM). Parátipo fêmea, ditto, 13.VIII.2005, R. Clarke col., luz branca (MZUSP).</p> <p>Discussão: Trachysomus clarkei sp. nov. assemelha-se a T. cavigibba Martins, 1975 pela pubescência alaranjada na extremidade do escapo. Distingue-se principalmente pelo tegumento do tarsômero V alaranjado; em T. cavigibba o tegumento do tarsômeros V é castanho a castanho-avermelhado.</p> </div>	https://treatment.plazi.org/id/696387DD500D6F4AFF480825FC562B7E	Public Domain	No known copyright restrictions apply. See Agosti, D., Egloff, W., 2009. Taxonomic information exchange and copyright: the Plazi approach. BMC Research Notes 2009, 2:53 for further explanation.		Pensoft via Plazi	Martins, Ubirajara R.;Galileo, Maria Helena M.	Martins, Ubirajara R., Galileo, Maria Helena M. (2009): Onciderini (Coleoptera, Cerambycidae, Lamiinae): notas, descrições, novas combinações e chave para grupo de espécies de TRACHYSOMUS. Papéis Avulsos de Zoologia 49 (13): 151-161, DOI: 10.1590/S0031-10492009001300001, URL: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0031-10492009001300001&lng=pt&tlng=pt
696387DD50026F44FE910E65FF052C3E.text	696387DD50026F44FE910E65FF052C3E.taxon	http://purl.org/dc/dcmitype/Text	http://rs.tdwg.org/ontology/voc/SPMInfoItems#GeneralDescription	text/html	pt	Oncideres immensa R. 2009	<div><p>Oncideres immensa sp. nov.</p> <p>(Fig. 8)</p> <p>Etimologia: Latim, immensus = vasto, alusivo às grandes dimensões.</p> <p>Cabeça tão larga quanto o protórax, com tegumento avermelhado, revestida por pubescência amarelada e, no limite com o protórax, uma faixa de pubescência branca. Lobos oculares inferiores (2,3 mm) apenas mais curtos que as genas (2,5 mm). Lobos oculares superiores estreitos (0,4 mm) e tão distantes entre si quanto nove vezes a largura de um lobo. Antenas avermelhadas atingem o ápice dos élitros. Escapo pedunculado com clava gradual e esbelta.</p> <p>Espinho lateral do protórax bem desenvolvido. Pronoto no meio com faixa transversal, estreita, glabra e, por vezes, interrompida por pubescência. Pubescência pronotal mesclada de branco e amarelado para frente da faixa glabra e mais esbranquiçada para trás dessa faixa.</p> <p>Élitros com pubescência branco-amarelada; quarto basal com tubérculos numerosos e separados entre si; região central com abundantes máculas glabras, longitudinais; uma faixa de manchas glabras, mais próximas entre si, no terço apical; manchas glabras e arredondadas no terço apical, que apresenta também uma linha glabra, longitudinal e bifurcada.</p> <p>Profêmures com pubescência branca; mesofêmures com pubescência branca entremeada por pêlos marrons; metafêmures com pubescência alaranjada.</p> <p>Face ventral revestida por pubescência branca.</p> <p>Dimensões, em mm, respectivamente holótipo fêmea: Comprimento total, 28,5; comprimento do protórax, 3,9; maior largura do protórax, 8,8; comprimento do élitro, 21,5; largura umeral, 12,8.</p> <p>Material-tipo: Holótipo fêmea, BRASIL, Pará: Tucuruí (Rio Tocantins, Ilha), 24.VII.1984, B. Mascarenhas col. (MPEG).</p> <p>Discussão: Oncideres immensa sp. nov. separa-se de O. tuberosa Martins &amp; Galileo, 2006 pela presença de faixa de pubescência branca nos lados da cabeça distante dos lobos oculares; pela pubescência do pronoto branca na metade posterior; pelos tubérculos da base dos élitros menores, mais afastados e mais numerosos; pelas manchas glabras da parte central e no terço apical dos élitros mais numerosas e longitudinais; pela presença de manchas glabras mais concentradas constituindo uma faixa transversal no terço apical e pelos profêmures com pubescência branca.</p> <p>Em O. tuberosa os lados da cabeça não têm faixa de pubescência branca; a metade posterior do pronoto é revestida por pubescência amarelada igual à da metade anterior; os tubérculos da base elitral são maiores e mais próximos entre si; as manchas glabras dos élitros são menos numerosas e de aspecto mais oval; a faixa transversal no terço apical é menos evidente e constituída de poucas manchas glabras e os profêmures têm pubescência branca e amarelada principalmente na metade dorsal.</p> </div>	https://treatment.plazi.org/id/696387DD50026F44FE910E65FF052C3E	Public Domain	No known copyright restrictions apply. See Agosti, D., Egloff, W., 2009. Taxonomic information exchange and copyright: the Plazi approach. BMC Research Notes 2009, 2:53 for further explanation.		Pensoft via Plazi	Martins, Ubirajara R.;Galileo, Maria Helena M.	Martins, Ubirajara R., Galileo, Maria Helena M. (2009): Onciderini (Coleoptera, Cerambycidae, Lamiinae): notas, descrições, novas combinações e chave para grupo de espécies de TRACHYSOMUS. Papéis Avulsos de Zoologia 49 (13): 151-161, DOI: 10.1590/S0031-10492009001300001, URL: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0031-10492009001300001&lng=pt&tlng=pt
696387DD50036F44FF500805FDF22B9E.text	696387DD50036F44FF500805FDF22B9E.taxon	http://purl.org/dc/dcmitype/Text	http://rs.tdwg.org/ontology/voc/SPMInfoItems#GeneralDescription	text/html	pt	Oncideres cephalotes Bates 1865	<div><p>Oncideres cephalotes Bates, 1865</p> <p>Oncideres cephalotes Bates, 1865: 178; Monné, 2005: 574 (cat.).</p> <p>Oncideres fabricii Thomson, 1868: 78; Monné, 2005 (cat.). Syn. nov.</p> <p>Oncideres cephalotes foi descrita do Brasil, Amazonas: Ega, atualmente Tefé e Thomson (1868) descreveu O. fabricii do Brasil, Pará e declarou, na página 92, não haver conhecido O. cephalotes.</p> <p>Dillon &amp; Dillon (1946: 344) consideraram O. fabricii sinônima de O. chevrolatii Thomson, 1868. Fragoso &amp; Lane (1970: 36) revalidaram O. fabricii e apresentaram algumas diferenças entre essas duas espécies.</p> <p>Exame de material de O. fabricii e da fotografia do holótipo de O. cephalotes (Bezark, 2008) levou-nos a considerar O. fabricii sinônima de O. cephalotes.</p> <p>Material-examinado: BRASIL, Pará: Santarém, macho, 2 fêmeas, IX.1920, sem nome do coletor (MZUSP); Vigia, macho, 12. III.2001, Jauffert col., ex-larva em Inga sp. (MZUSP); Maranhão: Alto Rio Gurupi, macho, 6.VII.2000, Jauffert col. (MZUSP).</p> </div>	https://treatment.plazi.org/id/696387DD50036F44FF500805FDF22B9E	Public Domain	No known copyright restrictions apply. See Agosti, D., Egloff, W., 2009. Taxonomic information exchange and copyright: the Plazi approach. BMC Research Notes 2009, 2:53 for further explanation.		Pensoft via Plazi	Martins, Ubirajara R.;Galileo, Maria Helena M.	Martins, Ubirajara R., Galileo, Maria Helena M. (2009): Onciderini (Coleoptera, Cerambycidae, Lamiinae): notas, descrições, novas combinações e chave para grupo de espécies de TRACHYSOMUS. Papéis Avulsos de Zoologia 49 (13): 151-161, DOI: 10.1590/S0031-10492009001300001, URL: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0031-10492009001300001&lng=pt&tlng=pt
696387DD50036F47FF660FA5FE852CDE.text	696387DD50036F47FF660FA5FE852CDE.taxon	http://purl.org/dc/dcmitype/Text	http://rs.tdwg.org/ontology/voc/SPMInfoItems#GeneralDescription	text/html	pt	Oncideres errata R. 2009	<div><p>Oncideres errata sp. nov.</p> <p>(Fig. 9)</p> <p>Etimologia: Latim, errata = errado; alusivo à identificação equivocada da espécie.</p> <p>Macho: Cabeça preto-avermelhada revestida por tomento branco, mesclado com acastanhado. Lobos oculares inferiores (2,3 mm) mais longos que as genas (1,3 mm). Lobos oculares superiores tão afastados entre si quanto 3,6 vezes a largura de um lobo (0,5 mm). Antenas atingem o ápice dos élitros no meio do antenômero VIII. Escapo preto revestido por pubescência esbranquiçada; flagelômeros com tegumento avermelhado.</p> <p>Protórax com tegumento preto revestido por pubescência branca; faixa mediana glabra. Escutelo revestido por pubescência branca.</p> <p>Élitros com tegumento preto revestido por pubescência branca; quinto basal com grânulos não contíguos, separados por áreas de pubescência; restante da superfície elitral com manchas glabras, geralmente alongadas, afastadas entre si; no nível do terço posterior, as manchas glabras aglomeram-se constituindo faixa transversal; terço apical com uma linha glabra, longitudinal e bifurcada.</p> <p>Face ventral e pernas com tegumento branco de giz. Lados dos urosternitos com pequenas manchas tegumentares.</p> <p>Fêmea: Lobos oculares inferiores (2,5 mm) mais longos que as genas (2,2 mm). Lobos oculares superiores tão afastados entre si quanto 6,4 vezes a largura de um lobo (0,5 mm). Antenas atingem o ápice dos élitros no ápice do X.</p> <p>Variabilidade. Os grânulos da base dos élitros podem ser maiores e mais próximos, entretanto não chegam a unir-se como em O. cephalotes.</p> <p>Dimensões, em mm, macho/fêmea respectivamente: Comprimento total, 18,0-29,1/25,0-30,4; comprimento do protórax, 2,5-4,1/3,8-4,0; maior largura do protórax, 5,3-8,8/7,5-10,1; comprimento do élitro, 13,8-21,7/18,4-22,7 largura umeral, 7,4-12,1/10,2-12,8.</p> <p>Material-tipo: Holótipo macho, BRASIL, Rio de Janeiro: Angra dos Reis (Fazenda Jussaral), X.1934, L. Travassos &amp; H. Lopes col. (MZUSP). Parátipos: Bahia: Água Preta, macho, 1938, G. Bondar col. (MZUSP). Minas Gerais: Parque Florestal do Rio Doce, fêmea, sem data de coleta, M.M. Dias col. (MZUSP); Mar de Espanha, fêmea, sem data, J.F. Zikán col. (MZUSP). Espírito do Santo: Vargem Alta, fêmea, XI. A. Maller col. (MZUSP). Rio de Janeiro: Angra dos Reis (Fazenda Jussaral), macho, fêmea, X.1934, L. Travassos &amp; H. Lopes col. (MZUSP); macho, X.1936, L. Travassos &amp; H. Lopes col. (MZUSP); Petrópolis (Independência, 900 m), macho, 28.II.1938, Gagarin col. (MZUSP). São Paulo: Caraguatatuba, 2 machos, 16.II.1942, R. F. d’Almeida col. (MZUSP); Juquiá (Fazenda Poço Grande), fêmea, 1-5.X.1940, F. Lane col. (MZUSP); macho, 6-9. IV.1949, F. Lane, Travassos Filho &amp; C. Carvalho col. (MZUSP); São Sebastião (Praia de Juquehy), macho, 19-30.I.1998, S.A. Vanin col. (MZUSP); Juquetiba (Estrada da Fazenda SAMA, Chácara dos Amigos), 2 fêmeas, 15-25. VI.2002, R. M. Feitosa col. (MZUSP, MCNZ). Santa Catarina: Joinville, macho e fêmea, I.1923, C. Schmith col. (MZUSP); fêmea, I.1925, C. Schmith col. (MZUSP); macho, III.1928, C. Schmith col. (MZUSP). Goiás: Goiânia (Campinas), fêmea, sem data, Schwarzmeyer col. (MZUSP).</p> <p>Discussão: Oncideres errata sp. nov., ocorrente na Mata Atlântica e no Mato Grosso de Goiás, estava identificada no MZUSP como O. chevrolatii Thomson, 1868. Distingue-se de O. chevrolatii pela pubescência do pronoto e da base dos élitros (entre os grânulos) de cor branca. Em O. chevrolatii, descrita do Pará, Brasil, o protórax e a base dos élitros entre os tubérculos têm pubescência amarelada.</p> </div>	https://treatment.plazi.org/id/696387DD50036F47FF660FA5FE852CDE	Public Domain	No known copyright restrictions apply. See Agosti, D., Egloff, W., 2009. Taxonomic information exchange and copyright: the Plazi approach. BMC Research Notes 2009, 2:53 for further explanation.		Pensoft via Plazi	Martins, Ubirajara R.;Galileo, Maria Helena M.	Martins, Ubirajara R., Galileo, Maria Helena M. (2009): Onciderini (Coleoptera, Cerambycidae, Lamiinae): notas, descrições, novas combinações e chave para grupo de espécies de TRACHYSOMUS. Papéis Avulsos de Zoologia 49 (13): 151-161, DOI: 10.1590/S0031-10492009001300001, URL: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0031-10492009001300001&lng=pt&tlng=pt
