taxonID	type	format	identifier	references	title	description	created	creator	contributor	publisher	audience	source	license	rightsHolder	datasetID
4A0387A2F5748918FCAB89FCFBF4AEC4.taxon	http://purl.org/dc/dcmitype/StillImage	image/png	https://zenodo.org/record/12721235/files/figure.png	https://doi.org/10.5281/zenodo.12721235	Figs. 1-12. Fotomicrografias de grãos de pólen da família Cactaceae. 1-3 Epiphyllum phyllanthus. 1. vista equatorial, corte óptico evidenciando a espessura da exina e aberturas; 2. superfície da exina e detalhe da abertura em colpo; 3. ampliação da superfície mostrando grânulos e perfurações no teto (vide seta); 4-6 Hatiora rósea. 4. vista equatorial, detalhe do colpo; 5. posicionamento das aberturas; 6. corte óptico evidenciando a espessura da exina e columelas; 7, 8 Lepismium cruciforme. 7. vista equatorial, mostrando a abertura recoberta por diminutos grânulos; 8. vista polar, corte óptico evidenciando a espessura da exina e columelas; 9, 10 L. houlletianum. 9. vista equatorial, detalhe do posicionamento das aberturas e superfície da exina; 10. corte óptico evidenciando a espessura da exina e columelas; 11, 12 L. lumbricoides. 11. vista equatorial, posicionamento das aberturas; 12. corte óptico evidenciando a espessura da exina e columelas. Barras = 20 Mm.	Figs. 1-12. Fotomicrografias de grãos de pólen da família Cactaceae. 1-3 Epiphyllum phyllanthus. 1. vista equatorial, corte óptico evidenciando a espessura da exina e aberturas; 2. superfície da exina e detalhe da abertura em colpo; 3. ampliação da superfície mostrando grânulos e perfurações no teto (vide seta); 4-6 Hatiora rósea. 4. vista equatorial, detalhe do colpo; 5. posicionamento das aberturas; 6. corte óptico evidenciando a espessura da exina e columelas; 7, 8 Lepismium cruciforme. 7. vista equatorial, mostrando a abertura recoberta por diminutos grânulos; 8. vista polar, corte óptico evidenciando a espessura da exina e columelas; 9, 10 L. houlletianum. 9. vista equatorial, detalhe do posicionamento das aberturas e superfície da exina; 10. corte óptico evidenciando a espessura da exina e columelas; 11, 12 L. lumbricoides. 11. vista equatorial, posicionamento das aberturas; 12. corte óptico evidenciando a espessura da exina e columelas. Barras = 20 Mm.	2017-08-31	Cancelli, Rodrigo Rodrigues;Menezes, Ivan Cabral;Souza, Paulo Alves		Zenodo	biologists	Cancelli, Rodrigo Rodrigues;Menezes, Ivan Cabral;Souza, Paulo Alves			
4A0387A2F577891BFF6D8CC2FEA4AB6D.taxon	http://purl.org/dc/dcmitype/StillImage	image/png	https://zenodo.org/record/12721235/files/figure.png	https://doi.org/10.5281/zenodo.12721235	Figs. 1-12. Fotomicrografias de grãos de pólen da família Cactaceae. 1-3 Epiphyllum phyllanthus. 1. vista equatorial, corte óptico evidenciando a espessura da exina e aberturas; 2. superfície da exina e detalhe da abertura em colpo; 3. ampliação da superfície mostrando grânulos e perfurações no teto (vide seta); 4-6 Hatiora rósea. 4. vista equatorial, detalhe do colpo; 5. posicionamento das aberturas; 6. corte óptico evidenciando a espessura da exina e columelas; 7, 8 Lepismium cruciforme. 7. vista equatorial, mostrando a abertura recoberta por diminutos grânulos; 8. vista polar, corte óptico evidenciando a espessura da exina e columelas; 9, 10 L. houlletianum. 9. vista equatorial, detalhe do posicionamento das aberturas e superfície da exina; 10. corte óptico evidenciando a espessura da exina e columelas; 11, 12 L. lumbricoides. 11. vista equatorial, posicionamento das aberturas; 12. corte óptico evidenciando a espessura da exina e columelas. Barras = 20 Mm.	Figs. 1-12. Fotomicrografias de grãos de pólen da família Cactaceae. 1-3 Epiphyllum phyllanthus. 1. vista equatorial, corte óptico evidenciando a espessura da exina e aberturas; 2. superfície da exina e detalhe da abertura em colpo; 3. ampliação da superfície mostrando grânulos e perfurações no teto (vide seta); 4-6 Hatiora rósea. 4. vista equatorial, detalhe do colpo; 5. posicionamento das aberturas; 6. corte óptico evidenciando a espessura da exina e columelas; 7, 8 Lepismium cruciforme. 7. vista equatorial, mostrando a abertura recoberta por diminutos grânulos; 8. vista polar, corte óptico evidenciando a espessura da exina e columelas; 9, 10 L. houlletianum. 9. vista equatorial, detalhe do posicionamento das aberturas e superfície da exina; 10. corte óptico evidenciando a espessura da exina e columelas; 11, 12 L. lumbricoides. 11. vista equatorial, posicionamento das aberturas; 12. corte óptico evidenciando a espessura da exina e columelas. Barras = 20 Mm.	2017-08-31	Cancelli, Rodrigo Rodrigues;Menezes, Ivan Cabral;Souza, Paulo Alves		Zenodo	biologists	Cancelli, Rodrigo Rodrigues;Menezes, Ivan Cabral;Souza, Paulo Alves			
4A0387A2F577891BFF6D8E0DFA75AB2D.taxon	http://purl.org/dc/dcmitype/StillImage	image/png	https://zenodo.org/record/12721235/files/figure.png	https://doi.org/10.5281/zenodo.12721235	Figs. 1-12. Fotomicrografias de grãos de pólen da família Cactaceae. 1-3 Epiphyllum phyllanthus. 1. vista equatorial, corte óptico evidenciando a espessura da exina e aberturas; 2. superfície da exina e detalhe da abertura em colpo; 3. ampliação da superfície mostrando grânulos e perfurações no teto (vide seta); 4-6 Hatiora rósea. 4. vista equatorial, detalhe do colpo; 5. posicionamento das aberturas; 6. corte óptico evidenciando a espessura da exina e columelas; 7, 8 Lepismium cruciforme. 7. vista equatorial, mostrando a abertura recoberta por diminutos grânulos; 8. vista polar, corte óptico evidenciando a espessura da exina e columelas; 9, 10 L. houlletianum. 9. vista equatorial, detalhe do posicionamento das aberturas e superfície da exina; 10. corte óptico evidenciando a espessura da exina e columelas; 11, 12 L. lumbricoides. 11. vista equatorial, posicionamento das aberturas; 12. corte óptico evidenciando a espessura da exina e columelas. Barras = 20 Mm.	Figs. 1-12. Fotomicrografias de grãos de pólen da família Cactaceae. 1-3 Epiphyllum phyllanthus. 1. vista equatorial, corte óptico evidenciando a espessura da exina e aberturas; 2. superfície da exina e detalhe da abertura em colpo; 3. ampliação da superfície mostrando grânulos e perfurações no teto (vide seta); 4-6 Hatiora rósea. 4. vista equatorial, detalhe do colpo; 5. posicionamento das aberturas; 6. corte óptico evidenciando a espessura da exina e columelas; 7, 8 Lepismium cruciforme. 7. vista equatorial, mostrando a abertura recoberta por diminutos grânulos; 8. vista polar, corte óptico evidenciando a espessura da exina e columelas; 9, 10 L. houlletianum. 9. vista equatorial, detalhe do posicionamento das aberturas e superfície da exina; 10. corte óptico evidenciando a espessura da exina e columelas; 11, 12 L. lumbricoides. 11. vista equatorial, posicionamento das aberturas; 12. corte óptico evidenciando a espessura da exina e columelas. Barras = 20 Mm.	2017-08-31	Cancelli, Rodrigo Rodrigues;Menezes, Ivan Cabral;Souza, Paulo Alves		Zenodo	biologists	Cancelli, Rodrigo Rodrigues;Menezes, Ivan Cabral;Souza, Paulo Alves			
4A0387A2F577891BFF6D8E0DFA75AB2D.taxon	http://purl.org/dc/dcmitype/StillImage	image/png	https://zenodo.org/record/12721237/files/figure.png	https://doi.org/10.5281/zenodo.12721237	Figs. 13-24. Fotomicrografias de grãos de pólen da família Cactaceae. 13, 14 L. warmingianum. 13. vista equatorial com detalhe da abertura e superfície da exina; 14. corte óptico evidenciando a espessura da exina e columelas; 15, 16 Rhipsalis campos-portoana. 15. vista equatorial com detalhe da abertura e superfície da exina; 16. vista em plano transversal; 17, 18. R. cereuscula. 17. vista polar evidenciando o tipo de abertura e detalhe da exina, grão de pólen danificado pelo processo acetolítico, mostrando a fragilidade das espécies ao método (vide seta); 18. corte óptico evidenciando a espessura da exina e columelas); 19, 20 R. floccosa. 19. vista polar mostrando o apocolpo; 20. vista em plano transversal; 21, 22 R. paradoxa. 21. vista equatorial com detalhe da abertura e superfície da exina, grão de pólen danificado pelo processo acetolítico, mostrando a fragilidade das espécies ao método (vide seta); 22. corte óptico evidenciando a espessura da exina e columelas; 23, 24 R. teres. 23. vista equatorial, detalhe do colpo e posicionamento das aberturas; 24. corte óptico evidenciando a espessura da exina e columelas. Barras = 20 Mm.	Figs. 13-24. Fotomicrografias de grãos de pólen da família Cactaceae. 13, 14 L. warmingianum. 13. vista equatorial com detalhe da abertura e superfície da exina; 14. corte óptico evidenciando a espessura da exina e columelas; 15, 16 Rhipsalis campos-portoana. 15. vista equatorial com detalhe da abertura e superfície da exina; 16. vista em plano transversal; 17, 18. R. cereuscula. 17. vista polar evidenciando o tipo de abertura e detalhe da exina, grão de pólen danificado pelo processo acetolítico, mostrando a fragilidade das espécies ao método (vide seta); 18. corte óptico evidenciando a espessura da exina e columelas); 19, 20 R. floccosa. 19. vista polar mostrando o apocolpo; 20. vista em plano transversal; 21, 22 R. paradoxa. 21. vista equatorial com detalhe da abertura e superfície da exina, grão de pólen danificado pelo processo acetolítico, mostrando a fragilidade das espécies ao método (vide seta); 22. corte óptico evidenciando a espessura da exina e columelas; 23, 24 R. teres. 23. vista equatorial, detalhe do colpo e posicionamento das aberturas; 24. corte óptico evidenciando a espessura da exina e columelas. Barras = 20 Mm.	2017-08-31	Cancelli, Rodrigo Rodrigues;Menezes, Ivan Cabral;Souza, Paulo Alves		Zenodo	biologists	Cancelli, Rodrigo Rodrigues;Menezes, Ivan Cabral;Souza, Paulo Alves			
4A0387A2F577891BFCEE8ECDFBB8AD4C.taxon	http://purl.org/dc/dcmitype/StillImage	image/png	https://zenodo.org/record/12721237/files/figure.png	https://doi.org/10.5281/zenodo.12721237	Figs. 13-24. Fotomicrografias de grãos de pólen da família Cactaceae. 13, 14 L. warmingianum. 13. vista equatorial com detalhe da abertura e superfície da exina; 14. corte óptico evidenciando a espessura da exina e columelas; 15, 16 Rhipsalis campos-portoana. 15. vista equatorial com detalhe da abertura e superfície da exina; 16. vista em plano transversal; 17, 18. R. cereuscula. 17. vista polar evidenciando o tipo de abertura e detalhe da exina, grão de pólen danificado pelo processo acetolítico, mostrando a fragilidade das espécies ao método (vide seta); 18. corte óptico evidenciando a espessura da exina e columelas); 19, 20 R. floccosa. 19. vista polar mostrando o apocolpo; 20. vista em plano transversal; 21, 22 R. paradoxa. 21. vista equatorial com detalhe da abertura e superfície da exina, grão de pólen danificado pelo processo acetolítico, mostrando a fragilidade das espécies ao método (vide seta); 22. corte óptico evidenciando a espessura da exina e columelas; 23, 24 R. teres. 23. vista equatorial, detalhe do colpo e posicionamento das aberturas; 24. corte óptico evidenciando a espessura da exina e columelas. Barras = 20 Mm.	Figs. 13-24. Fotomicrografias de grãos de pólen da família Cactaceae. 13, 14 L. warmingianum. 13. vista equatorial com detalhe da abertura e superfície da exina; 14. corte óptico evidenciando a espessura da exina e columelas; 15, 16 Rhipsalis campos-portoana. 15. vista equatorial com detalhe da abertura e superfície da exina; 16. vista em plano transversal; 17, 18. R. cereuscula. 17. vista polar evidenciando o tipo de abertura e detalhe da exina, grão de pólen danificado pelo processo acetolítico, mostrando a fragilidade das espécies ao método (vide seta); 18. corte óptico evidenciando a espessura da exina e columelas); 19, 20 R. floccosa. 19. vista polar mostrando o apocolpo; 20. vista em plano transversal; 21, 22 R. paradoxa. 21. vista equatorial com detalhe da abertura e superfície da exina, grão de pólen danificado pelo processo acetolítico, mostrando a fragilidade das espécies ao método (vide seta); 22. corte óptico evidenciando a espessura da exina e columelas; 23, 24 R. teres. 23. vista equatorial, detalhe do colpo e posicionamento das aberturas; 24. corte óptico evidenciando a espessura da exina e columelas. Barras = 20 Mm.	2017-08-31	Cancelli, Rodrigo Rodrigues;Menezes, Ivan Cabral;Souza, Paulo Alves		Zenodo	biologists	Cancelli, Rodrigo Rodrigues;Menezes, Ivan Cabral;Souza, Paulo Alves			
4A0387A2F577891DFCEE886CFE3FAAEC.taxon	http://purl.org/dc/dcmitype/StillImage	image/png	https://zenodo.org/record/12721237/files/figure.png	https://doi.org/10.5281/zenodo.12721237	Figs. 13-24. Fotomicrografias de grãos de pólen da família Cactaceae. 13, 14 L. warmingianum. 13. vista equatorial com detalhe da abertura e superfície da exina; 14. corte óptico evidenciando a espessura da exina e columelas; 15, 16 Rhipsalis campos-portoana. 15. vista equatorial com detalhe da abertura e superfície da exina; 16. vista em plano transversal; 17, 18. R. cereuscula. 17. vista polar evidenciando o tipo de abertura e detalhe da exina, grão de pólen danificado pelo processo acetolítico, mostrando a fragilidade das espécies ao método (vide seta); 18. corte óptico evidenciando a espessura da exina e columelas); 19, 20 R. floccosa. 19. vista polar mostrando o apocolpo; 20. vista em plano transversal; 21, 22 R. paradoxa. 21. vista equatorial com detalhe da abertura e superfície da exina, grão de pólen danificado pelo processo acetolítico, mostrando a fragilidade das espécies ao método (vide seta); 22. corte óptico evidenciando a espessura da exina e columelas; 23, 24 R. teres. 23. vista equatorial, detalhe do colpo e posicionamento das aberturas; 24. corte óptico evidenciando a espessura da exina e columelas. Barras = 20 Mm.	Figs. 13-24. Fotomicrografias de grãos de pólen da família Cactaceae. 13, 14 L. warmingianum. 13. vista equatorial com detalhe da abertura e superfície da exina; 14. corte óptico evidenciando a espessura da exina e columelas; 15, 16 Rhipsalis campos-portoana. 15. vista equatorial com detalhe da abertura e superfície da exina; 16. vista em plano transversal; 17, 18. R. cereuscula. 17. vista polar evidenciando o tipo de abertura e detalhe da exina, grão de pólen danificado pelo processo acetolítico, mostrando a fragilidade das espécies ao método (vide seta); 18. corte óptico evidenciando a espessura da exina e columelas); 19, 20 R. floccosa. 19. vista polar mostrando o apocolpo; 20. vista em plano transversal; 21, 22 R. paradoxa. 21. vista equatorial com detalhe da abertura e superfície da exina, grão de pólen danificado pelo processo acetolítico, mostrando a fragilidade das espécies ao método (vide seta); 22. corte óptico evidenciando a espessura da exina e columelas; 23, 24 R. teres. 23. vista equatorial, detalhe do colpo e posicionamento das aberturas; 24. corte óptico evidenciando a espessura da exina e columelas. Barras = 20 Mm.	2017-08-31	Cancelli, Rodrigo Rodrigues;Menezes, Ivan Cabral;Souza, Paulo Alves		Zenodo	biologists	Cancelli, Rodrigo Rodrigues;Menezes, Ivan Cabral;Souza, Paulo Alves			
4A0387A2F571891EFF6D8F8DFAD4A86F.taxon	http://purl.org/dc/dcmitype/StillImage	image/png	https://zenodo.org/record/12721237/files/figure.png	https://doi.org/10.5281/zenodo.12721237	Figs. 13-24. Fotomicrografias de grãos de pólen da família Cactaceae. 13, 14 L. warmingianum. 13. vista equatorial com detalhe da abertura e superfície da exina; 14. corte óptico evidenciando a espessura da exina e columelas; 15, 16 Rhipsalis campos-portoana. 15. vista equatorial com detalhe da abertura e superfície da exina; 16. vista em plano transversal; 17, 18. R. cereuscula. 17. vista polar evidenciando o tipo de abertura e detalhe da exina, grão de pólen danificado pelo processo acetolítico, mostrando a fragilidade das espécies ao método (vide seta); 18. corte óptico evidenciando a espessura da exina e columelas); 19, 20 R. floccosa. 19. vista polar mostrando o apocolpo; 20. vista em plano transversal; 21, 22 R. paradoxa. 21. vista equatorial com detalhe da abertura e superfície da exina, grão de pólen danificado pelo processo acetolítico, mostrando a fragilidade das espécies ao método (vide seta); 22. corte óptico evidenciando a espessura da exina e columelas; 23, 24 R. teres. 23. vista equatorial, detalhe do colpo e posicionamento das aberturas; 24. corte óptico evidenciando a espessura da exina e columelas. Barras = 20 Mm.	Figs. 13-24. Fotomicrografias de grãos de pólen da família Cactaceae. 13, 14 L. warmingianum. 13. vista equatorial com detalhe da abertura e superfície da exina; 14. corte óptico evidenciando a espessura da exina e columelas; 15, 16 Rhipsalis campos-portoana. 15. vista equatorial com detalhe da abertura e superfície da exina; 16. vista em plano transversal; 17, 18. R. cereuscula. 17. vista polar evidenciando o tipo de abertura e detalhe da exina, grão de pólen danificado pelo processo acetolítico, mostrando a fragilidade das espécies ao método (vide seta); 18. corte óptico evidenciando a espessura da exina e columelas); 19, 20 R. floccosa. 19. vista polar mostrando o apocolpo; 20. vista em plano transversal; 21, 22 R. paradoxa. 21. vista equatorial com detalhe da abertura e superfície da exina, grão de pólen danificado pelo processo acetolítico, mostrando a fragilidade das espécies ao método (vide seta); 22. corte óptico evidenciando a espessura da exina e columelas; 23, 24 R. teres. 23. vista equatorial, detalhe do colpo e posicionamento das aberturas; 24. corte óptico evidenciando a espessura da exina e columelas. Barras = 20 Mm.	2017-08-31	Cancelli, Rodrigo Rodrigues;Menezes, Ivan Cabral;Souza, Paulo Alves		Zenodo	biologists	Cancelli, Rodrigo Rodrigues;Menezes, Ivan Cabral;Souza, Paulo Alves			
4A0387A2F571891EFF6D8F8DFAD4A86F.taxon	http://purl.org/dc/dcmitype/StillImage	image/png	https://zenodo.org/record/12721239/files/figure.png	https://doi.org/10.5281/zenodo.12721239	Fig. 25. Desenho esquemático representando os dois padrões morfológicos de grãos de pólen de espécies de cactáceas com hábito epífito do Rio Grande do Sul reconhecidos: (I) grão de pólen 3-colpados, (II) grãos de pólen 6-colpados, e a relação das medidas para cada espécie (* espécies que ocorrem em baixa frequência na forma 3-colpados). Escala = 135 Mm.	Fig. 25. Desenho esquemático representando os dois padrões morfológicos de grãos de pólen de espécies de cactáceas com hábito epífito do Rio Grande do Sul reconhecidos: (I) grão de pólen 3-colpados, (II) grãos de pólen 6-colpados, e a relação das medidas para cada espécie (* espécies que ocorrem em baixa frequência na forma 3-colpados). Escala = 135 Mm.	2017-08-31	Cancelli, Rodrigo Rodrigues;Menezes, Ivan Cabral;Souza, Paulo Alves		Zenodo	biologists	Cancelli, Rodrigo Rodrigues;Menezes, Ivan Cabral;Souza, Paulo Alves			
4A0387A2F571891EFF6D8F8DFAD4A86F.taxon	http://purl.org/dc/dcmitype/StillImage	image/png	https://zenodo.org/record/12721235/files/figure.png	https://doi.org/10.5281/zenodo.12721235	Figs. 1-12. Fotomicrografias de grãos de pólen da família Cactaceae. 1-3 Epiphyllum phyllanthus. 1. vista equatorial, corte óptico evidenciando a espessura da exina e aberturas; 2. superfície da exina e detalhe da abertura em colpo; 3. ampliação da superfície mostrando grânulos e perfurações no teto (vide seta); 4-6 Hatiora rósea. 4. vista equatorial, detalhe do colpo; 5. posicionamento das aberturas; 6. corte óptico evidenciando a espessura da exina e columelas; 7, 8 Lepismium cruciforme. 7. vista equatorial, mostrando a abertura recoberta por diminutos grânulos; 8. vista polar, corte óptico evidenciando a espessura da exina e columelas; 9, 10 L. houlletianum. 9. vista equatorial, detalhe do posicionamento das aberturas e superfície da exina; 10. corte óptico evidenciando a espessura da exina e columelas; 11, 12 L. lumbricoides. 11. vista equatorial, posicionamento das aberturas; 12. corte óptico evidenciando a espessura da exina e columelas. Barras = 20 Mm.	Figs. 1-12. Fotomicrografias de grãos de pólen da família Cactaceae. 1-3 Epiphyllum phyllanthus. 1. vista equatorial, corte óptico evidenciando a espessura da exina e aberturas; 2. superfície da exina e detalhe da abertura em colpo; 3. ampliação da superfície mostrando grânulos e perfurações no teto (vide seta); 4-6 Hatiora rósea. 4. vista equatorial, detalhe do colpo; 5. posicionamento das aberturas; 6. corte óptico evidenciando a espessura da exina e columelas; 7, 8 Lepismium cruciforme. 7. vista equatorial, mostrando a abertura recoberta por diminutos grânulos; 8. vista polar, corte óptico evidenciando a espessura da exina e columelas; 9, 10 L. houlletianum. 9. vista equatorial, detalhe do posicionamento das aberturas e superfície da exina; 10. corte óptico evidenciando a espessura da exina e columelas; 11, 12 L. lumbricoides. 11. vista equatorial, posicionamento das aberturas; 12. corte óptico evidenciando a espessura da exina e columelas. Barras = 20 Mm.	2017-08-31	Cancelli, Rodrigo Rodrigues;Menezes, Ivan Cabral;Souza, Paulo Alves		Zenodo	biologists	Cancelli, Rodrigo Rodrigues;Menezes, Ivan Cabral;Souza, Paulo Alves			
